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01/10/2020 | 06:40 | Polícia

Fernando diz que ajuda empregado preso na Rússia: ''Não vou ter tranquilidade enquanto ele não estiver em casa''

Volante ex-Grêmio se manifestou sobre o caso através de texto em rede social

Fernando ficou no Spartak, da Rússia, até o ano passado - Divulgação / Spartak Moscou


O caso da prisão preventiva de Robson, funcionário do volante Fernando, ex-Grêmio, na Rússia voltou a estar em evidência na mídia brasileira nesta quarta-feira (30). Personalidades e jogadores se mobilizaram em campanha pedindo justiça ao motorista que está há 562 dias recluso sem ter sido julgado na Rússia, desde que desembarcou no país levando uma encomenda para o sogro de Fernando sem saber o conteúdo das malas.


O crime russo de Robson foi tentativa de tráfico de drogas por portar uma medicação proibida no país de destino. Nesta quarta, o volante, que levou o brasileiro de 47 anos para Moscou em março de 2019, se manifestou sobre o assunto.


"Como disse anteriormente, estou fazendo o que está ao meu alcance para ajudar o Robson a provar sua inocência, mas a questão é extremamente complexa e precisa de um envolvimento, de uma força maior, no caso a do governo brasileiro. Tentei entrar em contato com deputados, senadores, mas não obtive êxito. Por isso, convido vocês a realizarmos também um movimento para entrar nas redes sociais do presidente Bolsonaro e de outras autoridades brasileiras pedindo para que elas intervenham efetivamente no caso do Robson. Eu também sou parte do 'justiça para Robson'. Eu também quero que ele saia de lá o mais rápido possível", escreveu Fernando, em trecho de texto publicado como imagem em seu Instagram.


Na publicação, Fernando apresentou documentos escritos em russo onde diz comprovar o pagamento realizado por ele ao advogado contratado no local para defender Robson. O motorista que está preso na Rússia é esposo da cozinheira do jogador, e foi contratado para fazer o transporte de medicamentos entre Porto Alegre e a capital soviética sem saber do conteúdo das bagagens que levava consigo.


A defesa nega que haja a possibilidade de Robson receber a pena de prisão preventiva. Ainda assim, uma sentença de 15 anos é cogitada. Há esperança de que o governo federal interceda pedindo extradição dele, para que o motorista possa cumprir a pena no Brasil.

Fonte: GZH

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