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04/07/2017 | 07:45 | Saúde Ministério da Saúde desabilita 10 municípios gaúchos do programa Farmácia Popular Conforme a pasta, medida foi adotada para diminuir gastos, e recursos passarão a ser repassados para que os municípios façam a distribuição dos medicamentos

Farmácia fechada em Bagé no começo do ano (Foto: Reprodução/RBS TV)


ma portaria publicada pelo Ministério da Saúde no Diário Oficial da União desta segunda-feira (3) desabilitou 10 municípios gaúchos do Programa Farmácia Popular do Brasil. A medida faz parte de um movimento de corte de gastos, uma vez que o custo da manutenção da estrutura representava mais que o valor despendido com os medicamentos.


Com isso, a distribuição passará a ser realizadas pelas farmácias municipais, que já fazem a distribuição dos medicamentos fornecidos pelo governo estadual, ou por meio de farmácias particulares conveniadas por valores subsidiados.


Dez cidades gaúchas foram relacionadas na portaria desta segunda-feira, são elas:


Bagé


Erechim


Gravataí


Montenegro


Passo Fundo


Santiago


São Francisco de Paula


São Leopoldo


Torres


Uruguaiana


O fechamento já vem ocorrendo desde o começo do ano, conforme informam algumas das secretarias municipais atingidas pelas mudanças no programa realizado pelo governo federal.


Em Bagé, na Região da Campanha, conforme a Secretaria Estadual de Saúde, os medicamentos que eram fornecidos pela Farmácia Popular passaram a ser de responsabilidade da farmácia municipal, ou por meio das farmácias conveniadas. O prédio onde funcionava o programa federal, no entanto, passou a ser ocupado pelo programa municipal.


Em Erechim a Farmácia Popular funcionava em um prédio alugado, que está sendo reformado para ser devolvido. O fornecimento dos medicamentos está sendo feito basicamente pela rede municipal que oferece 150 diferentes medicamentos. Mas caso o remédio não esteja na lista pode ser adquirido junto à farmácias conveniadas.


De acordo com o Ministério da Saúde o custo administrativo para a manutenção das farmácias chegava a representar 80% do orçamento do programa, que é de R$ 100 milhões por ano. O valor será então, conforme a pasta, será enviado agora para as prefeituras dos municípios onde funcionavam.

Fonte: G1


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