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| 13:54 | Segurança 2 min de leitura

Policiais são presos por suspeita de assaltos a banco no Vale do Sinos

Os celulares e aparelhos de comunicação tinham dados que levaram à suspeita de facilitação dos crimes na cidade

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Os celulares e aparelhos de comunicação tinham dados que levaram à 

suspeita de facilitação dos crimes na cidade
Foto: Divulgação
Cinco policiais foram presos nesse sábado (16) em Parobé por suspeita de envolvimento com assaltos a banco. Durante a madrugada, o grupo, que conta também com criminosos de Santa Catarina, iria atacar a agência da Caixa. Eles desistiram do assalto ao banco, e foram até o posto dos Correios, no centro da cidade. O homem identificado como Vilmar Anderson Baptista, conhecido como Choco, chegou a entrar no prédio, mas a Brigada Militar interrompeu a ação. Choco é conhecido por furtos e roubos no Rio Grande do Sul e no Estado vizinho e portava uma pistola Glock. 
Uma mulher aguardava em frente ao local. Beatriz da Costa Vieira estava dentro de um carro Fox. O casal estava hospedado em um hotel em Parobé. A suspeita da Polícia é de que os policiais auxiliavam a dupla acobertando e facilitando as ações.
"Eles avisavam se havia aproximação de outras viaturas, eram olheiros, enquanto os criminosos agiam", explica o comandante do Comando Regional do Vale dos Sinos, Aroldo Edison Knebel.
Em um local próximo aos Correios, foi preso o soldado Rodrigo da Silva Bartmann, que portava dois revólveres e celulares e estaria em folga. Ele foi encaminhado junto ao casal para prestar depoimento na Polícia Federal, já que por se tratar dos Correios é investigado pelo órgão Federal. 
Também foram presos os soldados que estavam em serviço, identificados como Carlos Alberto Medeiros Lourenço, André Alcântara do amaral, Alexandre Flores Machado. O rádio operador Elcio Jozias da Silva Cardozo também foi detido para esclarecimentos. Todos foram levados ao Presídio Policial Militar de Porto Alegre. A Corregedoria da Brigada Militar vai investigar os policiais detidos. 
Os celulares e aparelhos de comunicação tinham dados que levaram à suspeita de facilitação dos crimes na cidade. A Polícia investiga se o mesmo casal é responsável por outros ataques a banco na região. 

Fonte: Rádio Gaúcha

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