Facebook Instagram X WhatsApp


| 08:01 | Educação | Três de Maio 2 min de leitura

Acadêmicos de Agronomia da SETREM desenvolvem experimentos em toda a região

Objetivo é identificar os melhores arranjos para potencializar resultados que possam ser transferidos ao nível de propriedade e de lavouras extensivas

Compartilhar:
Objetivo é identificar os melhores arranjos para potencializar resultados que 

possam ser transferidos ao nível de propriedade e de lavouras extensivas
Foto: SETREM / Divulgação
Os acadêmicos do 6º semestre do Bacharelado em Agronomia SETREM instalaram 18 experimentos de culturas de inverno – aveia, canola, linho e trigo – em toda a região, como atividade integrante da disciplina de Plantas e Lavouras, ministrada pelo docente e coordenador do curso, Marcos Caraffa. Os locais escolhidos foram Campina das Missões, Flor da Serra e Linha Mineiro em São Martinho, Bela Vista, Km 13 e Km 10 em Três de Maio, Rolador Baixo em Santo Cristo, São Valério, Espírito Santo em Alegria, Candeia Baixa em Santa Rosa, Cinquentenário em Tuparendi, Vista Nova em Crissiumal, Nossa Senhora Aparecida, Entre-Comandaí e Passo das Pedras em Giruá, e Esquina Araújo em Independência.
Segundo Caraffa, os experimentos avaliaram diferentes variedades, densidades, espaçamentos e doses de nitrogênio, além da testagem do uso ou não de redutor de crescimento, em culturas de aveia, canola, linho e trigo. “No sábado, dia 10, uma das atividades da disciplina foi a visita a alguns destes experimentos. Visitamos dois experimentos de Canola, um de trigo, dois de linho e um de aveia, concluindo a primeira etapa. Agora, na segunda parte da disciplina, realizaremos visita à Escola-Fazenda da SETREM para observar lavouras extensivas, como os experimentos de trigo que são conduzidos pela SETREM em parceria com a Embrapa, as lavouras extensivas de canola, linho e aveia e, também, já iniciando a de milho”, detalha.
O coordenador destaca que dentre objetivos destas atividades está a importância de capacitar o acadêmico para o domínio do processo de experimentação e da pesquisa. “Para esta pesquisa exige-se projeto anterior, relatório posterior e artigo com análise estatística dos dados, avaliação dos melhores resultados e explicações do porquê a densidade ou espaçamento utilizados geram determinado resultado, além do que isso afetou na planta efetivamente. O estudo também permite que os acadêmicos observem quais são os melhores arranjos, que a gente chama de ajuste fitotécnico, ou seja, o ajuste entre a relação de densidade, espaçamento e de algum outro insumo, como no caso do nitrogênio em cobertura em doses diferenciadas, para poder observar como consegue potencializar os melhores resultados. Só então é possível transferir os resultados ao nível de lavouras extensivas, evidentemente observando a relação custo-benefício”, conclui Caraffa.

Fonte: Assessoria de Comunicação da SETREM

Mais notícias sobre EDUCAÇÃO
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade