Facebook Instagram X WhatsApp


| 12:06 | Geral 2 min de leitura

Homenagens em Três Passos marcam os 3 anos da morte de Bernardo Boldrini

Quatro réus acusados pela morte do menino estão presos e aguardam julgamento. Há três anos, o corpo de Bernardo foi encontrado em um buraco em Frederico Westphalen

Compartilhar:
Quatro réus acusados pela 

morte do menino estão presos e aguardam julgamento. Há três anos, o corpo de Bernardo foi encontrado em um buraco em Frederico Westphalen
Homenagens a menino Bernardo em Três Passos, RS (Foto: Gabriel Garcia/RBS TV)
A terrça-feira (4) foi marcada por homenagens na cidade de Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Há exatos 3 anos Bernardo Boldrini, então com 11 anos de idade, foi dado como desaparecido e dez dias depois, o corpo do menino foi encontrado envolto em um saco plástico e enterrado em um buraco na área rural de Frederico Westphalen, no Norte do estado.
Usando camisetas estampadas com o rosto de Bernardo, um grupo de pessoas se reuniu em frente à casa onde o menino morava para prestar homenagem. O muro da residência tem cartazes pendurados com palavras de esperança e pedidos por justiça. Ao som do 'Pai Nosso', uma corrente de oração também foi feita para homenagear Bernardo.
O caso que comoveu o país segue sem desfecho. Em três anos, muitas pessoas pedem agilidade no andamento do processo que investiga a morte de Bernardo. Desde abril de 2014, o médico cirurgião Leandro Boldrini, 41 anos, pai da criança; a madrasta Graciele Ugulini, 39; a amiga dela, Edelvânia Wirganovicz, 43, e Evandro Wirganovicz, 34, irmão de Edelvânia, estão presos. Os quatro aguardam julgamento.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso do pai da criança contra a realização de julgamento popular para ele e os outros três réus. E de acordo com Túlio Martins, presidente do Conselho de Comunicação do TJ/RS, o processo no que diz respeito ao Poder Judiciário do estado está encerrado. "Existe grande possibilidade que saia ainda este ano o júri", afirma Túlio.
O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa agora pedido feito pelos advogados de Edelvânia Wirganovicz, que desejam separar o julgamento dela dos demais réus. "Essa tentativa nossa de cisão do juri é natural, nós não estamos pedindo absurdo. Isso é comum", explica o advogado Jean Menezes.

Fonte: G1

Mais notícias sobre GERAL
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade