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| 14:34 | Segurança 2 min de leitura

Polícia pede prisão preventiva de suspeito de emboscada contra família desaparecida no Norte do RS

Delegado responsável pelo caso encaminhou pedido ao judiciário, que pode decretar ou não a solicitação. Bombeiros e Polícia Civil retomaram as buscas pelos corpos na manhã deste sábado (27)

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Delegado responsável pelo caso encaminhou pedido ao judiciário, que pode decretar ou não a solicitação. Bombeiros e Polícia Civil retomaram as 

buscas pelos corpos na manhã deste sábado (27)
Polícia acredita que Roberto Terres, Márcia Johan e Maria Johan estejam mortos (Foto: Arquivo pessoal)
A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do principal suspeito de planejar e executar a emboscada contra uma família que desapareceu no Norte do Rio Grande do Sul.
Roberto Terres, Márcia Johan e a filha dela, Maria Johan, de 15 anos, viajaram na quarta-feira (24) à noite de Carazinho até Colorado, cidades distantes cerca de 36 quilômetros, para negociar um carro, e não foram mais vistos.
Junto com eles estava um vizinho da família, que conseguiu fugir do local após serem recebidos a tiros no ponto de encontro. Foi ele quem alertou a polícia sobre o caso, já na quinta-feira (25).
De acordo com as autoridades, a principal suspeita é que o casal e a adolescente tenham sido vítimas de uma emboscada. A motivação seria acerto de contas por tráfico, já que Roberto Terres e o suspeito de ser o autor dos disparos têm antecedentes por envolvimento com drogas.
"Foi feita uma busca na casa onde eles foram recebidos a tiros e se confirmou que é a casa do suspeito. Então, presumimos que seja ele. Também porque não foi encontrado e abandonou o local do jeito que estava. Os indícios todos levam a crer que seja essa pessoa que nós solicitamos a prisão", afirma o delegado Edinei Albarelo, responsável pelo caso.
O carro da família foi encontrado queimado, na sexta-feira (26), na cidade de Mormaço, próximo de uma ponte sobre o rio Jacuí Mirim.
Apesar de ter apenas um suspeito confirmado, a polícia tem certeza do envolvimento de outras pessoas no crime.
O Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil fazem um trabalho conjunto de buscas pelos corpos na região, que envolve diversos agentes e também cães farejadores.

Fonte: G1

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