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| 05:53 | Segurança 2 min de leitura

Família de Carazinho: inquérito policial é concluído e o desaparecimento continua

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Foto: Divulgação
Nesta quinta-feira (22), o Delegado titular da Polícia Civil de Colorado, Edinei Albarello, encerrou o inquérito que investigava o desaparecimento da família de Carazinho e remeteu ao Poder Judiciário de Tapera.
Roberto Terres, de 46 anos, sua esposa Marcia Johan, de 50 anos, e a filha Maria Johan, de 15 anos, seguem desaparecidos desde o dia 24 do mês passado, quando foram vítimas de uma emboscada no interior do município de Colorado.
A polícia encerrou o inquérito sem a localização da família, mas com a convicção de que as vítimas foram mortas por acerto de contas envolvendo o tráfico de drogas.
Segundo os investigadores, Flávio Dienfenthaler Martins é o principal suspeito e está preso preventivamente na casa prisional de Carazinho.
Durante as diligências foram realizadas buscas em diversos locais, principalmente no Rio Jacuí, na divisa entre Mormaço e Victor Graeff, onde o carro da família foi encontrado totalmente queimado. Também foram feitas escavações no terreno onde o suposto assassino morava, mas nenhum vestígio foi coletado.
Uma das principais provas juntadas no inquérito policial é o laudo do Instituto Geral de Perícias – IGP que, através de um exame utilizando luminol, descobriu marcas de sangue nos bancos, ao lado das portas e no volante do carro que pertencia a Flávio. Ainda falta o exame do DNA para a confirmação se o sangue é das vítimas.
Os policiais acreditam que o acusado colocou os cadáveres no veículo e ocultou em outro local.
O delegado Edinei Albarello afirmou que o acusado alega ser inocente, porém se manteve calado durante todo o interrogatório.
Flávio Diefenthaler Martins foi indiciado por três homicídios dolosos, três ocultações de cadáver e também por tentativa de homicídio contra o vizinho que estava junto com a família e conseguiu escapar da emboscada.
A Polícia Civil segue a investigação sobre o incêndio que atingiu a casa onde Flávio residia em Colorado, no local que ocorreu a emboscada da família desaparecida.

Fonte: Rádio Uirapuru

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