Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 22:18 | Segurança 2 min de leitura

''Amiga'' é acusada de furtar cartões de débito e cheques e causar prejuízo superior a R$ 50 mil em senhora de 51 anos

Compartilhar:
Roupas e calçados recém comprados no comércio local foram apreendidos pela Polícia Civil
A Polícia Civil de Santiago cumpriu mandado de busca e apreensão no final da tarde desta quinta-feira (10) em uma residência localizada na Rua Eduardo Schimitz, no bairro Itu, onde foram apreendidas diversas peças de roupas e pares de calçados comprados recentemente no comércio local com utilização de cartões de débito e cheques furtados de uma senhora de 51 anos. 
As mercadorias apreendidas foram avaliadas em aproximadamente R$ 10 mil. A Polícia Civil, porém, acredita que o prejuízo à vítima foi superior a R$ 50 mil já que foram constatados vários saques e movimentações em suas contas bancárias. Somente em abril e início de maio, a vítima constatou subtração indevida de aproximadamente R$ 40 mil de sua conta corrente e de sua poupança.
A vítima relatou, durante o registro da ocorrência na DPPA, que suspeitava que a autora do crime era uma mulher que conheceu em fevereiro e que passou a frequentar sua residência com frequência. Segundo ela, a "amiga" sabia as senhas de seus cartões de débito porque a acompanhava no mercado e visualizava o momento em que digitava os números para autorizar o débito.
A acusada, de 34 anos, encontrava-se em casa no momento do cumprimento do mandado de busca e apreensão e confirmou a autoria do crime. Ela, porém, não foi presa pois não foram localizados os cartões de débito e cheques da vítima, que devem ter sido descartados após bloqueio. 
Através de inquérito policial, a Polícia Civil vai apurar os crimes cometidos pela acusada que deve responder, pelo menos, por furto qualificado e falsificação de documentos públicos. Ela teria falsificado a assinatura da vítima nos cheques que foram compensados na agência bancária.
Para não atrapalhar a investigação, a Polícia Civil não autorizou a divulgação dos nomes da vítima e da acusada durante o andamento do inquérito policial. Ainda não se sabe se as lojas aceitarão a devolução das mercadorias, nem como ocorrerá o ressarcimento dos valores pagos pela acusada durante a prática dos crimes.

Fonte: Rafael Nemitz

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade