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| 20:02 | Geral 2 min de leitura

Bombinhas institui pedágio para preservar o meio ambiente

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Foto: Marcos Porto
Os vereadores de Bombinhas aprovaram o projeto de lei que institui a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), na prática, o pedágio para quem entra na cidade. A proposta teve apenas um voto contrário, do vereador Celino João dos Santos Filho.
O projeto de lei prevê que a tarifa seja eletrônica, para evitar filas na entrada da cidade. A taxa poderá ser paga pela internet, bancos e comércios conveniados. Moradores e veranistas que possuam imóveis na cidade ficam isentos do pagamento.
A entrada do município não terá cancelas. Um equipamento similar a um radar lerá as placas e fará a verificação. Quem não houver pago adiantado receberá a conta em casa.
O valor da taxa ficou bem mais barato do que se esperava. A ideia inicial era que cada veículo pagasse cerca de R$ 100 para entrar na cidade, mas o preço ficou em R$ 20 para cada carro. A tarifa é válida por 24 horas _ o que significa que, se o veículo entrar e sair mais de uma vez no mesmo dia, não pagará novamente.
A intenção da prefeitura é que o sistema entre em operação no feriado de 15 de novembro. Para que isto ocorra ainda é necessária homologação da prefeita Ana Paula da Silva. Depois, o município fará licitação para compra do equipamento que faz a leitura das placas e formará a rede credenciada de pagamento.
A taxa deverá ser aplicada em projetos ambientais e de infraestrutura turística. O próximo passo, após a lei passar a valer, será a comunicação ao trade turístico.
Bombinhas não é a primeira cidade do país a instituir um “pedágio” para garantir a sobrevivência de suas belezas naturais. Taxa similar é aplicada em Fernando de Noronha (PE) e em Ilhabela (SP).
A aplicação da tarifa levou em conta estudo de carga turística, que revelou que a cidade tem limitações para o número de turistas. Com 14 mil habitantes, a cidade recebe 150 mil visitantes durante a temporada de verão _ o que causa engarrafamentos na entrada e saída, falta de água e de espaço nas praias.

Fonte: Diário Catarinense

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