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| 15:19 | Trânsito 3 min de leitura

Asfalto derrete em rodovia Estadual

"A rodovia está derretendo com o calor"

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"A rodovia está derretendo com o calor"
Foto: Roberto Gudolle Zacouteguy
A ERS-529, rodovia que liga os municípios de Itaqui e Maçambará, na Fronteira Oeste, é novamente motivo de preocupação dos leitores. O gerente comercial Roberto Gudolle Zacouteguy e o agricultor Jones Schramm, ambos de Itaqui, manifestam preocupação sobre a conservação da estrada.
“A estrada  está derretendo, o asfalto está ficando uma nata de pixe líquido. Recém inaugurada com muita pompa e discursos de autoridades, entre elas o governador Tarso Genro, esperamos que os que discursaram a poucos dias na inauguração, vejam o que inauguraram, e tomem providências…”, conta Roberto.
“A rodovia está derretendo com o calor. Inaugurada há dois meses, já mostra trechos totalmente comprometidos, além de causar danos a veículos que frafegam pela estrada” desabafa Jones.
Contraponto
Veja o que diz o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER):
“A pavimentação da ERS-529, trecho Maçambará –Entr. BRS-472, com 38,97 km de extensão, integra as obras de pavimentação de acessos municipais do Plano de Obras Rodoviárias do Governo do Estado – os serviços neste trecho iniciaram no ano de 1998. A obra está a cargo da empresa ICCILA – Indústria, Comércio e Construções Ibgé Ltda. e, diferente do que foi afirmado, esta obra ainda não foi inaugurada. Em 22/11/2013 o Governador do Estado, Tarso Genro, durante a interiorização de governo ocorrida em São Borja, somente vistoriou as obras que se encontram em andamento nesta rodovia. Restam ainda alguns serviços complementares e de sinalização a serem executados, portanto, não poderia ter sido inaugurada na ocasião.
 
Na última semana de outubro/2013, em vistoria realizada pela 9ª SR neste trecho, verificou-se o surgimento de exsudação em cerca de 4,00 km no pavimento recém-executado. Esta exsudação é o excesso de asfalto que sobe à superfície do pavimento, especialmente quando a temperatura do ar se encontra elevada, e, por ser um defeito de execução, a empresa contratada deverá reexecutar o revestimento asfáltico nestes locais, além da correção de outros defeitos localizados que surgiram em decorrência desta exudação, todos de origem construtiva e que não foram identificados pelos controles tecnológicos da obra. Estas correções, sem custos para o DAER, já foram iniciadas após a identificação do problema com a aplicação de pó de pedra e granilha na pista com o objetivo de absorver o excesso de material asfáltico que subiu à superfície do pavimento. Após esta primeira providência será avaliada a condição da pista e identificados os locais onde o pavimento deverá ser removido e reexecutado. Esta segunda etapa deverá ocorrer a partir do dia 10/01/2014, pois atualmente a empresa encontra-se em recesso, com os funcionários em férias coletivas.”

Fonte: Zero Hora

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