Facebook Instagram X WhatsApp


| 07:59 | Saúde 2 min de leitura

O que é a dexametasona e no que costuma ser usada

Corticoide de baixo custo salvou a vida de um terço de casos graves de coronavírus em estudo no Reino Unido

Compartilhar:
Corticoide de baixo custo salvou a vida de um terço de casos graves de coronavírus em estudo no Reino Unido
Dexametasona é um glicocorticoide potente, utilizado para tratamento de diversas doenças alérgicas e anti-inflamatórias - JUSTIN TALLIS / AFP
Nova esperança para ajudar a tratar pacientes graves de coronavírus, a dexametasona é um corticoide de baixo custo que foi usado em um ensaio clínico com 6 mil pessoas que necessitavam de ventilação pulmonar. Conduzido pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, o estudo apontou que o remédio salvou a vida de um terço dos pacientes. 
A dexametasona é um glicocorticoide potente, utilizado para tratamento de diversas doenças alérgicas e anti-inflamatórias tópicas e sistêmicas, segundo a presidente do Conselho Regional de Farmácia do RS, Silvana Furquim. Ela lista o uso do produto também em situações específicas, como "náusea e vômito induzidos por quimioterapia antineoplásica, diagnóstico da síndrome de Cushing, adjuvante do tratamento de meningite tuberculosa, triquinose com envolvimento neurológico e/ou miocárdico, micose fungoide, púrpura trombocitopênica idiopática, hipercalcemia devido a câncer, neutropenia induzida por fármacos, exacerbação de esclerose múltipla, doenças respiratórias graves, doenças hematopoieticas autoimunes, insuficiência andrenocortical primária ou secundária e hiperplasia suprarrenal congênita". 
Silvana observa que o estudo noticiado pela Universidade de Oxford, sobre o benefício da dexametasona em pacientes com covid-19, ainda não foi publicado, e o benefício ocorreu apenas em pacientes hospitalizados e que necessitaram suporte com oxigênio, com ou sem ventilação mecânica. A esses pacientes, foi administrado dexametasona 6 mg uma vez ao dia, durante 10 dias. A presidente salienta que não houve benefício em pacientes hospitalizados não graves.

Fonte: Gaúcha ZH

Mais notícias sobre SAÚDE
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade