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| 16:52 | Saúde 2 min de leitura

UPA de Caxias do Sul é inspecionada após funcionárias realizarem festa em refeitório

Fotos que mostram o encontro chegaram à Secretaria Municipal de Saúde após serem compartilhadas em redes sociais

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Fotos que mostram o encontro chegaram à Secretaria Municipal de Saúde após serem compartilhadas em redes sociais
De acordo com a SMS, festa ocorreu na noite de sábado no refeitório da UPA Central - Divulgação / SMS
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central de Caxias do Sul, na Serra, passa por inspeção na manhã desta segunda-feira (27) após a informação de que funcionárias teriam realizado uma festa junina na noite do último sábado (25), no refeitório da unidade.
Durante a manhã, equipes da Vigilância Sanitária e do Centro de Referência Nacional em Saúde do Trabalhador (Cerest/Serra) avaliaram o cumprimento dos protocolos sanitários no local.
Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o município tomou conhecimento do ocorrido por meio de fotos que foram compartilhadas em redes sociais. Nelas foram identificadas, segundo o secretário municipal de Saúde, Jorge Olavo Hahn Castro, pelo menos 14 profissionais contratadas pelo Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (InSaúde).
O Instituto é responsável pela gestão da UPA Central. As pessoas que aparecem nas fotos não estão com equipamentos de proteção.
Em nota, o InSaúde afirma que "não tinha ciência do fato extremamente grave ocorrido neste sábado (25/07) e não autorizou a realização da 'festa junina' organizada por um determinado grupo de funcionários". Por  meio da assessoria de imprensa, o Instituto também afirmou que não compactua com a conduta destes funcionários e que instaurou  "procedimento apuratório com objetivo de tomar as medidas legais cabíveis e pertinentes ao caso".
De acordo com Castro, a inspeção desta segunda-feira tem como objetivo averiguar o cumprimento dos protocolos estabelecidos, sobretudo durante a pandemia do coronavírus.
— Elas reuniram-se no refeitório, em horário de trabalho, e estavam sem proteção adequada, violando todas os protocolos sanitários. Estamos exigindo a apuração imediata por parte do InSaúde e que sejam tomadas duras medidas — afirmou.

Fonte: Gaúcha ZH

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