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24/11/2020 | 08:34 | Saúde

Leite acena com restrições ''se não houver bom senso da população''

Governador diz que, no momento, não há necessidade de fechar atividades econômicas

Leite participou da inauguração de novos leitos de UTI no Hospital Vila Nova, em Porto Alegre - Isadora Neumann / Agencia RBS

Os gráficos mostrados pelo governador Eduardo Leite na entrevista em que anunciou o mapa das bandeiras para os próximos sete dias não deixam dúvida: a situação do Estado é delicada e exige o máximo de atenção diante do aumento de casos de coronavírus. São oito regiões em bandeira vermelha e nenhuma amarela. 


Leite disse que não vê necessidade de novas restrições à atividade econômica, no momento, mas deixou o alerta de que a população precisa fazer sua parte. Disse que, “se não houver bom senso” e tiver de adotar restrições, tentará reduzir ao máximo o impacto na economia.


— Não estamos vivendo um momento de normalidade. Temos um vírus que circula entre nós e é importante que as pessoas não se aglomerem e reduzam os contatos. Não estamos pedindo que fiquem trancadas em casa, pois sabemos que é importante que as pessoas circulem, para a saúde mental e para a economia, mas que, ao circularem, ajudem seguindo os protocolos. Assim, poderemos conviver com o vírus de forma segura até a chegada da vacina, sem sobrecarregar os hospitais — apelou no encerramento da live com os jornalistas.

 

As setas vermelhas que apontam o aumento do número de casos na maioria das regiões, algumas com ocupação de leitos de UTI semelhantes a agosto e setembro, os piores meses da pandemia, ilustram a preocupação do governador e da secretária da Saúde, Arita Bergmann. A boa notícia é que o número de mortos não disparou, embora tenha parado de cair. O Rio Grande do Sul ainda tem as menores taxas de letalidade e em nenhum momento houve falta de leitos.

 

Nesta segunda-feira foram inaugurados mais 20 leitos de UTI para pacientes com covid no Hospital Vila Nova, na zona sul de Porto Alegre. A orientação, segundo Arita, é que não sejam desativados leitos no Interior e na Capital. 

Fonte: GZH

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