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| 18:37 | Saúde 2 min de leitura

Leite anuncia mapa do distanciamento controlado e regras de combate ao coronavírus

Tendência é de que todo o Estado permaneça na bandeira preta

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Tendência é de que todo o Estado permaneça na bandeira preta
Reprodução/Internet

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, informou nesta sexta-feira (5) que a bandeira preta, de altíssimo risco para o coronavírus, seguirá valendo em todo o Estado até 21 de março. O sistema de cogestão, que permite flexibilização das atividades, também permanece suspenso durante este período.

 

Leite anunciou ainda a prorrogação da suspensão das atividades gerais entre as 20h e às 5h até 31 de março.


Uma das novidades é a restrição das vendas de produtos não essenciais em supermercados. A medida começa a valer na segunda-feira (8) e tem como objetivo de reduzir movimento nos locais. Um decreto complementar será publicado ainda nesta sexta, prevendo sanções aos estabelecimentos comerciais que venderem itens não essenciais de forma presencial.


O governo também vai alterar protocolos da bandeira vermelha, de risco alto para covid-19, tornando-a mais restritiva.

 

As regras mais rígidas foram tomadas em razão do agravamento da pandemia do coronavírus no Estado. Nas últimas semanas, foram registradas falta de leitos de UTI em todo o Estado e aumento no número de casos e de mortes pela doença.

 

Mais cedo, Leite esteve reunido com os prefeitos para discutir as medidas. Conforme informou um participante do encontrou afirmou a colunista de GZH Rosane de Oliveira, a conversa foi mais tranquila do que as últimas realizadas, porque os prefeitos estão assustados com o cenário nos hospitais e não têm resposta para as cobranças por leitos de UTI, que estão esgotados em todo o Estado.

 

Ampliação do Samu


O governador também anunciou ampliação do atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) aos municípios gaúchos, pelo projeto intitulado Chamar 192. Hoje, 226 localidades gaúchas não contam com o serviço. A cada adesão ao projeto, o Estado pagará R$ 15 mil ao município e mais RS 30 mil para custeio, por dois meses, para que os municípios possam contratar e disponibilizar o serviço. A localidade que integrar o projeto deverá manter uma equipe com pelo menos um motorista e um técnico de enfermagem ou socorrista para o atendimento, além de aderir ao sistema do Samu pelo telefone 192.

Fonte: GZH

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