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| 06:28 | Saúde 2 min de leitura

Novo ministro da Saúde pede uso de máscara e outras ''medidas simples'' para conter o avanço do coronavírus

Marcelo Queiroga disse que é necessário tomar cuidados para evitar o fechamento de atividades econômicas e o desemprego no Brasil

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Marcelo Queiroga disse que é necessário tomar cuidados para evitar o fechamento de atividades econômicas e o desemprego no Brasil
Marcelo Queiroga foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para substituir o general da ativa - Eduardo Pazuello EVARISTO SA / AFP

O médico Marcelo Queiroga, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Saúde, defendeu a adoção de "medidas simples" no combate à pandemia de covid-19, entre elas o uso de máscaras, para evitar o fechamento de atividades econômicas e o desemprego no País. Nas últimas semanas, Estados e municípios decretaram diferentes medidas de lockdown para conter o avanço da doença, atitude criticada pelo chefe do Planalto.


A declaração foi dada ao lado do atual titular da pasta, Eduardo Pazuello, após reunião no Ministério da Saúde. 


— (Quero) conclamar a população que utilize máscaras, são medidas simples de bloqueio ao vírus, que lave as mãos, use o álcool. Eu estou pedindo, todos vocês já sabem disso, mas só para reafirmar essa posição que são medidas simples, mas são importantes — disse Queiroga.

 

A nomeação do novo ministro ainda não foi oficializada no Diário Oficial da União. 

 

— Podemos, com essas medidas, evitar ter que parar a economia de um país. É preciso unir os esforços de enfrentamento à pandemia com a preservação da atividade econômica para garantir emprego, renda e recurso para que as políticas públicas e saúde tenham concepção.

 

Na segunda-feira (15)  a média móvel diária de óbitos pela covid-19 no Brasil bateu recorde pelo 17º dia consecutivo, chegando a 1.855, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 2.841 novos óbitos pela doença, fazendo o total de vítimas chegar a 283.677.

Fonte: GZH

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