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| 15:25 | Trânsito 2 min de leitura

Balsa é alternativa para ponte interditada na BR-287

Embarcação particular liga Mata a São Pedro do Sul e suporta carros, caminhões pequenos e ônibus

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Embarcação 

particular liga Mata a São Pedro do Sul e suporta carros, caminhões pequenos e ônibus
Foto: Rogério Perobelli / Especial
Uma balsa guiada por um cabo de aço é uma alternativa para a ponte da BR-287, sobre o Rio Toropi, que cedeu na noite desta segunda-feira. A embarcação, que fica na localidade de Vila Clara e liga São Pedro do Sul a Mata, já está sendo utilizada por moradores e há registro de fila dos dois lados.
Para chegar até a Vila Clara, é necessário entrar nas cidades e seguir em direção à localidade. Conforme as prefeituras de São Pedro e Mata, está sendo estudado a colocação de placas de sinalização para orientar os motoristas. A viagem dura em média cinco minutos e custa R$ 10 para carros de passeio e R$ 20 para ônibus e caminhões pequenos.
Conforme a chefe de gabinete da prefeitura de Mata, Andréa Lima, a estrada para chegar até a balsa pelo lado de Mata está sendo patrolada por causa das chuvas dos últimos dias. São 11 quilômetros de chão, mais 11 de estrada. Para pegar a balsa pelo lado de São Pedro do Sul, é necessário percorrer 20 quilômetros até Vila Clara.
A balsa foi reinaugurada no últimos domingo depois de ficar um tempo desativada. Segundo Andréa, a embarcação tem capacidade para suportar oito toneladas, mas são transportados apenas três veículos por vez. Conforme a prefeitura de Mata, a partir de hoje, a balsa vai funcionar 24 horas.
Por volta do meio-dia desta terça, havia cerca de 20 carros esperando pelo translado pelo lado São Pedro do Sul, e 30, de Mata. 
O Dnit informa que o desvio pela balsa não é o oficial, por desconhecer o estado das estradas de chão. Conforme o superintendente regional do Dnit, João Carlos Tonetto, o órgão e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estão estudando um desvio provisório, que usaria a cabeceira da ponte. O caminho seria de 300 metros, saindo da cabeceira, fazendo uma curva por cima de uma lavoura e saindo do outro lado da ponte.
Dnit reforça que a estaca que sustenta a ponte cedeu, portanto, o problema é na base da ponte, e não na estrutura. Conforme Tonetto, as últimas vistorias não apontaram problemas, mas ele não soube informar a data em que ela foi feita.

Fonte: Zero Hora

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Foto: Cristiano Taschetto
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