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22/05/2021 | 07:45 | Saúde

RS terá postos de testagem de Covid para caminhoneiros com destino a Argentina e Chile, diz Secretaria da Saúde

Operação começa no dia 31 de maio. Países exigem que transportadores apresentem exame RT-PCR negativo para cruzar a fronteira. Medida provocou protestos de motoristas em Uruguaiana, no mês de abril

Operação começa no dia 31 de maio. Países exigem que transportadores apresentem exame RT-PCR negativo para cruzar a fronteira. Medida provocou protestos de motoristas em Uruguaiana, no mês de abril
Ponte de Uruguaiana, na fronteira entre o Brasil e a Argentina - Henrique Dihl/RBS TV

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul inicia, no dia 31 de maio, a operação de postos de testagem de Covid-19 para caminhoneiros que seguem para a Argentina e o Chile. Os dois países exigem que os condutores brasileiros apresentem exames RT-PCR negativos para o coronavírus para que os veículos possam cruzar as fronteiras.

 

Segundo a SES, as unidades de testagem serão instaladas nas cidades de Caxias do Sul, Vacaria, Bento Gonçalves, São Marcos, Passo Fundo, Uruguaiana, Canoas, Cachoeirinha e Osório. O projeto conta com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Exército Brasileiro.

 

Para realizar o teste RT-PCR, o caminhoneiro deverá portar um documento chamado Manifesto Internacional de Cargas (MIC), para provar que atravessará a fronteira do país. Todo o material recolhido nos pontos de coleta será enviado para o Laboratório Central do Estado, localizado em Porto Alegre.


"Os municípios estão estruturados para fazer os testes nos transportadores de carga. Conseguimos alinhar e definir os pontos de coletas e com isso selamos o compromisso de iniciar os testes no dia 31 de maio", afirmou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

 

A exigência do exame negativo para Covid motivou protestos de caminhoneiros brasileiros e argentinos na fronteira entre os dois países, em abril. No dia 21 do mesmo mês, o governo da Argentina chegou a suspender o ingresso de veículos no país por algumas horas.

Fonte: G1
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