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| 08:43 | Saúde 2 min de leitura

Rio de Janeiro autoriza grávidas e puérperas que iniciaram vacinação com a AstraZeneca a receber a segunda dose da Pfize

Iniciativa busca garantir a imunização completa de mulheres que, por orientação do Ministério da Saúde, não conseguiram receber as duas doses

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Iniciativa busca garantir a imunização completa de mulheres que, por orientação do Ministério da Saúde, não conseguiram receber as duas doses
Decisão contempla também pessoas que tiveram efeitos adversos graves após receberem a vacina da AstraZeneca - Antonio Valiente / Agencia RBS

A partir desta terça-feira (29), a prefeitura do Rio de Janeiro começa a aplicação da segunda dose da vacina contra a covid-19 da Pfizer em gestantes e puérperas que tomaram a primeira dose da AstraZeneca, fazendo assim, uma inédita combinação de vacinas aplicadas no país. 

 

A medida foi aprovada pelo Comitê Cientifico de Enfrentamento à Covid-19 do Rio de Janeiro na última segunda-feira (28). A iniciativa busca completar o esquema vacinal deste grupo antes que o Ministério da Saúde recomendasse o uso exclusivo da CoronaVac e da vacina da Pfizer em gestantes e puérperas. 

 

A informação foi divulgada pelo secretário de Saúde, Daniel Soranz. Segundo ele, a vacinação pode ocorrer, desde que haja avaliação dos riscos e benefícios, feitos pelo médico que atende a gestante. Soranz usou como exemplo países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, França, Finlândia, Portugal, Suécia, Inglaterra e Itália, que recomendam ou autorizam o uso da Pfizer como segunda dose para quem se imunizou, na primeira dose, com a AstraZeneca.


Segundo informa o jornal O Globo, a decisão contempla também pessoas que tiveram efeitos adversos graves após receberem a vacina da AstraZeneca. Se for o caso, a pessoa deve apresentar um laudo médico comprovando a contraindicação para a fórmula produzida pela Fiocruz. 

 

As gestantes seguem o mesmo protocolo de antes: devem assinar um termo de esclarecimento e apresentar uma indicação médica com uma avaliação da relação risco-benefício para a vacinação. 

 

Segundo dados da Secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro, cerca de 6 mil mulheres do grupo que tomaram a primeira dose da AstraZeneca ainda não sabem se poderão tomar a injeção de reforço desta vacina. 

Fonte: GZH

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