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| 13:49 | Saúde | Três de Maio 2 min de leitura

Após entrevista, prefeito e direção do Hospital São Vicente de Paulo chegam a acordo para manter Emergência e Urgência

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Apesar do tempo exíguo, o prefeito de Três de Maio, Marcos Corso, disse que acreditava que ainda era possível chegar a um entendimento com a direção do Hospital São Vicente de Paulo para evitar o fechamento da Unidade de Urgência/Emergência. Em entrevista à Rádio Colonial na manhã desta quarta-feira (29/09), Corso lembrou que a administração aumentou em quase R$ 400 mil o valor das verbas municipais repassadas a instituição nesse ano justamente para fazer frente às dificuldades enfrentadas pelo São Vicente.

Após a entrevista na emissora, Corso se reuniu com o diretor-administrativo do hospital, Igor Prestes, na tentativa de avançar em direção a uma solução consensual para o impasse. A informação extraoficial é que o Executivo e o hospital chegaram a um acordo verbal com a definição de novos valores a serem repassados para custear a Emergência. Um Termo de Compromisso entre a Prefeitura e o hospital deve ser assinado nas próximas horas.

O Hospital São Vicente de Paulo tem agora que comunicar oficialmente à Secretaria Estadual da Saúde que irá manter os atendimentos de emergência. O prazo dado pela pasta encerra-se logo mais às 17h.

Acompanhado da secretária da Saúde Jacira Taborda, o prefeito anunciou que trabalhava com todos os cenários possíveis e caso o hospital encerrasse as atividades da Emergência, de fato, a população não ficaria desassistida. Uma unidade de Pronto-Atendimento seria oferecida aos usuários do SUS para oferecer o primeiro atendimento aos pacientes do município.

A diretora do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da Secretaria Estadual da Saúde, Lisiane Fagundes, participou da entrevista, diretamente de Porto Alegre. Ela disse que caso o São Vicente não mantivesse a Urgência, os pacientes de Três de Maio passariam a ter outra instituição como referência, provavelmente o Hospital Vida & Saúde de Santa Rosa. Ouvintes entraram em contato para manifestar preocupação com a distância (em torno de 30 quilômetros) entre as duas cidades. Para Lisiane, a distância não é tão expressiva ao ponto de comprometer o cuidado dos pacientes.

VÍDEO

Fonte: Rádio Colonial

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