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| 05:17 | Educação | Três de Maio 2 min de leitura

Acadêmicos reestruturam infraestrutura de redes de computadores de cooperativa

Projeto foi desenvolvido no curso de Redes de Computadores e resultou em instalação de cabeamento estruturado

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Projeto 

foi desenvolvido no curso de Redes de Computadores e resultou em instalação de cabeamento estruturado
Foto: SETREM/Divulgação
Atualmente, pequenas, médias e grandes empresas dependem cada vez mais de uma boa infraestrutura de rede e integridade de seus dados que trafegam na mesma, exigindo bom desempenho da rede e dos equipamentos utilizados dentro e fora da empresa. Observando esta necessidade, os acadêmicos do curso de Redes de Computadores da SETREM Alcides Antunes e Anderson Arnold reestruturaram a infraestrutura de redes de computadores da Cooperativa Mista Tucunduva LTDA. (COMTUL).
Orientados pelos mestres Vinícius da Silveira Serafim e Tiago Luis Cesa Seibel, eles analisaram a estrutura que a cooperativa possuía, como equipamentos e servidores, elaborando um layout completo de toda a rede e englobando todos os equipamentos para um planejamento de rede adequado. “Com os dados levantados, foi estruturada uma nova infraestrutura de rede de acordo com a norma NBR 14565 para a matriz da cooperativa, verificando e documentando propostas de melhorias tanto na rede física quanto na parte lógica e distribuições de endereçamentos IPs”, destaca Antunes.
“Toda e qualquer rede de computadores deve contar com segurança dos dados que ali trafegam. Então, utilizamos também alguns capítulos da Norma NBR ISO/IEC 27002 para práticas de gestão de segurança da informação na cooperativa. Para uma melhor comunicação e controle sobre as filiais e demais equipamentos, foram desenvolvidas propostas visando a reestruturação lógica da comunicação de dados, exercendo uma hierarquia de endereçamentos IPs para as filiais e equipamentos pertinentes a mesma”, complementa Arnold.
O estudo resultou no projeto de cabeamento estruturado para a matriz da cooperativa, com total atenção às possibilidades de minimizar falhas técnicas. Para que as filiais conectadas à matriz não ficassem com um padrão de comunicação diferenciado, foi desenvolvido um documento de esboço e modelo, documentando como deve ser toda a comunicação nas filiais da cooperativa, podendo este ser seguido sempre que a cooperativa for construir ou adquirir uma nova filial. “Além da parte física, foram realizadas propostas de reestruturação na parte lógica da comunicação de dados externa, que faz toda a conexão entre matriz e demais filiais”, conclui Antunes.

Fonte: Assessoria de Comunicação da SETREM

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