06/02/2022 | 07:39 | Saúde
Última vez que média atingiu 44 vítimas por semana foi em 2 de agosto de 2021. Estado completou neste sábado (5) três semanas de alta na média diária. Média de casos se mantém em estabilidade acima de 15 mil novas infecções por dia.
A Secretaria Estadual da Saúde (SES) notificou neste sábado (5) mais 69 mortes causadas pela Covid-19. Quase todas aconteceram entre 18 de janeiro e 4 de fevereiro, exceto um óbito ocorrido ainda no fim de novembro do ano passado.
Assim, o Rio Grande do Sul tem 37.161 vítimas do coronavírus em toda a pandemia.
A média móvel de mortes segue em alta e, nos últimos sete dias, atingiu os 44 óbitos diários. Este patamar é o mais alto desde 2 de agosto de 2021, ou seja, em mais de seis meses. Na comparação com duas semanas atrás, quando a média era de 17 vítimas diárias, o aumento foi de 159%.
Casos
A SES divulgou, também, mais 18.583 casos conhecidos de Covid. Com isso, o RS chega a 1.923.545 infecções em toda a pandemia.
O número de pessoas com o vírus ativo no organismo (148.600) teve mais um aumento, mas a proporção segue em 7,7% do total de casos.
Por outro lado, 1.737.669 pessoas são consideradas recuperadas (90,3%). Já a taxa de letalidade aparente, que é a proporção de mortes entre casos conhecidos, é de 2%.
Apesar desses aumentos, a média móvel de casos tem variação de -7% a mais do que há duas semanas, o que é considerado estabilidade. Ainda assim, a média diária está estabilizada no maior patamar da pandemia até aqui com 15.621 novas infecções conhecidas diariamente no estado.
Internações
A taxa de ocupação de leitos de UTI no Rio Grande do Sul teve um leve recuo para 62% da capacidade. São 1.911 pessoas internadas em 3.078 vagas, 40 a menos do que no dia anterior.
Destes, 36% são pacientes com confirmação ou suspeita para Covid-19. Nos leitos particulares, após vário dias acima de 80%, nível considerado crítico, a ocupação baixou para menos de 79%.
Nas enfermarias, são 1.288 pessoas com coronavírus confirmado e outras 292 com suspeita da doença, o que confirma um desafogo no sistema de saúde pelo menos nos últimos três dias.
As regiões de Uruguaiana, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul e Pelotas têm superlotação nos leitos privados. Já Bagé, Passo Fundo, Santa Maria, Capão da Canoa e Porto Alegre têm lotação acima da média.