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| 15:59 | Geral 2 min de leitura

Petrobras reajusta preço da gasolina em 18,77% e do diesel em 24,93% nas refinarias

Aumentos correspondem a um acréscimo de R$ 0,61 e de R$ 0,90, respectivamente; aumento pode chegar ainda maior nos postos de combustíveis

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Aumentos correspondem a um acréscimo de R$ 0,61 e de R$ 0,90, respectivamente; aumento pode chegar ainda maior nos postos de combustíveis
Reajuste no diesel impacta no transporte de cargas e tem capacidade de disseminar aumentos pata outros setores da economia - Isadora Neumann / Agencia

Após 57 dias sem reajustes, a partir desta sexta-feira  (11), a Petrobras reajustará seus preços de venda de gasolina e diesel nas refinarias para as distribuidoras. A gasolina vai aumentar em 18,77% e o diesel em 24,93% nas refinarias. Na esteira destas altas, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) também será impactado e estará 16,06% mais caro.

A partir desta sexta-feira, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, uma diferença de R$ 0,61. Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,44 por litro.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro, uma diferença de R$ 0,90. Considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,81 por litro.

A Petrobras explica que o reajuste vai no mesmo sentido de outros fornecedores de combustíveis no Brasil que já promoveram ajustes nos seus preços de venda. A companhia informou que, mesmo com a disparada dos preços do petróleo e seus derivados em todo o mundo, nas últimas semanas, como decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, foi decidido não repassar a volatilidade do mercado de imediato, realizando um monitoramento diário dos preços de petróleo.

Fonte: GZH

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