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| 05:46 | Segurança 2 min de leitura

Argentino é preso suspeito de estuprar e matar filha de 4 meses no Oeste de SC

De acordo com a Polícia Civil, caso veio à tona após casal se deslocar a uma farmácia na cidade catarinense, que fica na fronteira com Argentina.

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De acordo com a Polícia Civil, caso veio à tona após casal se deslocar a uma farmácia na cidade catarinense, que fica na fronteira com Argentina.
Roupas da vítima e do pai foram coletas para perícia - Polícia Civil/ Divulgação

Um homem de 19 anos foi preso por suspeita de estuprar e matar a filha, uma bebê de 4 meses, em Dionísio Cerqueira, no Oeste catarinense, na noite de sábado (30). Segundo a Polícia Civil, o caso veio à tona após os pais da criança, que moravam em Poço Azul, na Argentina, buscarem apoio médico em Santa Catarina.

O delegado responsável pela investigação, Lucas Almeida, informou que o casal se deslocou a Dionísio Cerqueira, a cerca de 30 km da cidade argentina, porque tinha medo de ser preso no país de origem.

Uma funcionária de um hospital da cidade catarinense informou que a família levou a bebê à unidade de saúde após ter passado em uma farmácia, na noite de sábado. Ela disse que a vítima teria morrido no local em decorrência de sucessivos estupros.

De acordo com o delegado, foram constatadas lesões graves nas áreas íntimas da criança.

Estupros
Segundo Almeida, a mãe da criança, que tem 15 anos, disse à polícia que ficou sabendo dos estupros na quinta (28), e que, no próprio sábado, notou um sangramento na bebê. Durante todo o depoimento, no entanto, o suspeito negou as acusações.

  • "Ele falou para ela que se contasse alguma coisa, ele a mataria", afirmou o delegado.
  • A avó da criança estava com o casal. Ela afirmou à polícia que não tinha conhecimento do crime.
  • "Se foram achados outros elementos que apontem a participação delas, responderão também. Um fato é que a mãe sabia e acobertou de início, só que é menor de idade", disse Almeida.

Para confirmar a violência sexual, será realizada a comparação do material genético do suspeito, que foi levado para a perícia, e da criança.

Fonte: G1

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