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| 06:40 | Saúde 2 min de leitura

Sec. da Saúde faz levantamento de doses da CoronaVac junto aos municípios gaúchos para estabelecer cronograma de vacinas

Até o momento, órgão afirma que não recebeu nota técnica do Ministério da Saúde sobre aplicação e envio de vacinas

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Até o momento, órgão afirma que não recebeu nota técnica do Ministério da Saúde sobre aplicação e envio de vacinas
Secretaria já informou que não possui vacinas em estoque no Centro Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos - Mateus Bruxel / Agenc

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) ainda não tem uma previsão de quando os municípios poderão iniciar a vacinação das crianças de três a cinco anos contra a covid-19 utilizando doses da CoronaVac. Conforme a pasta, o Ministério da Saúde (MS) não enviou, até o momento, nenhuma nota técnica informando o Estado como realizar as aplicações nem o cronograma de envio de novas doses.

Nesta sexta-feira (15), o MS confirmou a indicação da CoronaVac para esta nova faixa etária, após uma reunião da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI). A vacina produzida pelo Instituto Butantan será a única para o público de três e quatros anos, a partir dos cinco anos já é possível o uso da versão pediátrica do imunizante da Pfizer. 

Logo após a aprovação do imunizante para uso nesta faixa etária por parte da Anvisa, na última quarta-feira (13), a SES havia solicitado aos municípios que encaminhassem o quantitativo de doses de CoronaVac remanescentes. Segundo a pasta, a maioria das cidades já manifestou não ter mais doses deste imunizante em estoque.

A secretaria confirmou também que não há mais vacinas deste imunizante no Centro Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), uma vez que todas as vacinas foram distribuídas aos municípios. A CoronaVac foi utilizada para completar o esquema vacinal dos adolescentes, já que há falta de imunizantes da Pfizer. 

Em Porto Alegre, por exemplo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que não recebeu orientações por parte da SES e que não teria como iniciar imediatamente a vacinação, pois não há doses suficientes.

A Secretaria Estadual da Saúde também manifestou preocupação com o início da aplicação da vacina em função do intervalo entre as doses, que é de 28 dias. A SES entende que, para iniciar o processo, é necessário ter estoque para atender as duas aplicações. 

Na próxima segunda-feira (18), a pasta pretende finalizar a análise da situação das doses no RS, afim de orientar os municípios de como proceder. 

Fonte: GZH

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