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| 16:45 | Segurança 2 min de leitura

Sete suspeitos de exploração sexual de adolescentes são presos em Uruguaiana

Conforme a investigação, cinco meninas, com idades entre 13 e 17 anos, foram vítimas do esquema

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Conforme a investigação, cinco meninas, com idades entre 13 e 17 anos, foram vítimas do esquema
Mandados judiciais cumpridos em Uruguaiana - Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (14) que sete pessoas foram presas em Uruguaiana, na Fronteira Oeste, suspeitas de exploração sexual de adolescentes. Eles também foram alvo de mandados de busca.

Conforme a investigação, cinco adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, foram aliciadas para atuar em casas noturnas ou como acompanhantes de homens em eventos na região.

A operação foi realizada durante toda a segunda-feira (13), mas o balanço foi divulgado posteriormente porque ainda faltava a realização de algumas prisões por parte dos agentes. Todos os suspeitos foram detidos em Uruguaiana e já começaram a ser ouvidos.

De acordo com a titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente do município, delegada Amanda Andrade, houve cumprimento de mandados de busca e de prisão nas residências dos investigados. Os crimes apurados são exploração sexual  e aliciamento das meninas.

Conforme o apurado, o grupo recebia dinheiro — com valores que ainda estão sendo levantados — após o encaminhamento de vítimas para as ações ilícitas. Os investigados tiveram os celulares apreendidos e, desta forma, a polícia pretende confirmar desde quando eles agiam e de que forma. Um dos objetivos também é saber se havia o consentimento de pais ou responsáveis.

Os nomes dos presos não foram divulgados, mas o principal suspeito é proprietário de uma empresa que presta serviços de limpeza na região.

As adolescentes identificadas foram encaminhadas para acompanhamento psicológico e acolhimento de uma forma geral. A delegada Amanda diz que o número de vítimas deve ser maior, mas depende dos depoimentos e de demais provas para identificações.

A chamada "Operação Purgato" contou com apoio da 1ª Delegacia e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Uruguaiana.

Fonte: GZH

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