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| 08:08 | Educação 2 min de leitura

Anúncio de novo concurso para professor ficará para o segundo semestre, afirma Leite

No dia em que apresentou o cronograma de chamamento de servidores da segurança pública, o governador abordou as perspectivas para o magistério estadual

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No dia em que apresentou o cronograma de chamamento de servidores da segurança pública, o governador abordou as perspectivas para o magistério estadual
No último dia 14, o governo do Estado lançou o primeiro concurso dos últimos 10 anos para o magistério estadual - Germano Rorato / Agencia RBS

No dia em que apresentou o cronograma de chamamento de servidores para a segurança pública, o governador Eduardo Leite indicou que, para a educação estadual, os novos anúncios de concursos devem ficar para o segundo semestre deste ano. 

Ao tratar das perspectivas para o magistério estadual, nesta segunda-feira (27), Leite voltou a afirmar que um novo concurso para o magistério deverá ser aberto até o fim do ano.

— Até o fim do ano pretendemos fazer um novo concurso. Na educação, significa substituição de professores contratados emergencialmente por professores concursados, e isso tem que ser feito com muita calma, para não fazermos de uma hora para outra uma mudança de número grande de professores afetando as aulas e a relação com alunos — apontou Leite.

No último dia 14, o governo do Estado lançou o primeiro concurso dos últimos 10 anos para o magistério estadual. A falta de concursos tem elevado, ano a ano, o número de professores temporários - contratos sob o regime emergencial e, portanto, sem estabilidade.

O concurso recém lançado pelo Piratini não contempla todas as disciplinas ministradas – o que gerou críticas de professores e entidades. Não estão contempladas vagas para professor de História, Sociologia, Ensino Religioso, Filosofia, Arte, Educação Física, Língua Espanhola e Anos Iniciais do Ensino Fundamental (ministrados por pedagogos). 

Em coletiva de imprensa no Palácio Piratini, nesta segunda-feira, Leite argumentou que há uma diferença entre repor os servidores da segurança e nomear professores titulares para substituir aqueles que estão em regime emergencial:

— Sei que muitas pessoas questionaram as áreas específicas de atuação dos professores. Nós vamos, provavelmente no segundo semestre, fazer a apresentação de como isso será feito em relação à educação. No caso da segurança pública, é reposição com incremento de efetivo, o que acontece na educação é a troca de contratados emergencialmente por professores concursados. 

O concurso em andamento prevê o pagamento de uma taxa de inscrição de R$ 110, e as provas serão aplicadas em 25 de junho, em diferentes municípios gaúchos.

Fonte: GZH

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