Logomarca Paulo Marques Notícias


| 06:02 | Educação 2 min de leitura

Governo reverte liminar e planeja início das aulas na rede estadual para quinta-feira

Prazo é considerado necessário para organização de famílias e do transporte escolar

Compartilhar:
Prazo é considerado necessário para organização de famílias e do transporte escolar
Reprodução internet

As aulas na rede estadual de educação do Rio Grande do Sul serão retomadas na quinta-feira (13). A liminar da Justiça que impedia o início do ano letivo foi revertida nesta terça-feira (11) pelo governo do Estado.

A nova decisão foi proferida pelo desembargador Eduardo Delgado, pouco depois das 15h.

Com ela, o governo foi autorizado a retomar as atividades nas escolas

O Palácio Piratini optou pela retomada na quinta-feira para dar prazo à organização das escolas e das famílias e acertar a logística do transporte escolar aos estudantes.

Mudança no calendário

O calendário original da Secretaria de Educação previa a volta às aulas para a segunda-feira (10). No entanto, o Cpers, sindicato que representa os professores, obteve liminar na Justiça no domingo (9) que suspendia as aulas até o dia 17.

O sindicato argumentou que o calor intenso prejudicaria o retorno do ano letivo e que nem todas as escolas estaduais estão preparadas para suportar temperaturas próximas dos 40°C.

O governo recorreu da decisão e, nesta quarta, conseguiu decisão favorável que permite a reabertura das escolas.

No despacho, o desembargador Eduardo Delgado considerou a orientação da Secretaria da Educação que autoriza a mudança dos horários das aulas e nas grades curriculares para amenizar os efeitos do calor, além de orientar cuidados com a alimentação e hidratação.

O magistrado ainda fez referência ao risco da suspensão das aulas para a segurança alimentar dos alunos e a previsibilidade das famílias.

"Neste sentido, a ausência de indicativos objetivos no sentido de eventual ilegalidade, ou mesmo falta de prevenção por parte do Estado do Rio Grande do Sul, a legitimar a intervenção judicial", escreveu Delgado, em trecho do despacho.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre EDUCAÇÃO
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade