Facebook Instagram X WhatsApp


| 12:36 | Segurança 2 min de leitura

Polícia Civil realiza operação na Serra contra grupo suspeito de extorquir empresário no Mato Grosso

No RS estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Guaporé

Compartilhar:
No RS estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Guaporé
Estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos e Defraudações (DRCID)

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (13), a Operação Phantom, que investiga um grupo da Serra gaúcha responsável por extorquir um empresário em mais de R$ 2 milhões em Cuiabá, capital do Mato Grosso. Estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Guaporé, no Rio Grande do Sul, e Itajaí, em Santa Catarina. Até o momento, 11 pessoas foram presas, sendo 10 na Serra e uma em SC, segundo o delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos e Defraudações (DRCID) do Rio Grande do Sul, João Vitor Herédia.

Ao longo da apuração, os policiais descobriram que os suspeitos se passavam por policiais e parentes de supostas vítimas para extorquir empresários. Eles utilizavam perfis falsos nas redes sociais, se passando por mulheres para convencerem as vítimas a encaminhar conteúdos sigilosos. Na sequência, começavam a trocar vídeos e fotos íntimas por aplicativos de mensagens. A partir daí, outro criminoso entrava em cena, fazendo-se passar por um policial civil ou pelo suposto pai da jovem, alegando que ela é menor de idade e que a vítima estaria praticando pedofilia por intermédio da internet.

No caso que desencadeou a operação, um empresário de Cuiabá foi coagido a transferir mais de R$ 2 milhões aos criminosos, sob a ameaça de ter seu nome envolvido em investigações falsas ou de ter supostas imagens íntimas suas divulgadas.

A Justiça determinou, além das prisões, o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de contas bancárias dos investigados. Segundo a polícia, os presos possuem ligações com o tráfico de drogas e com facções criminosas atuantes na Serra gaúcha.

A operação é realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em conjunto com a Delegacia de Polícia de Repressão a Crimes Informáticos e Defraudações da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

As investigações começaram em 2021, na época em que ocorreram os crimes, e conduzidas pelo delegado adjunto da DRCI, Gustavo Godoy Alevado. Após identificação dos suspeitos no Rio Grande do Sul, o delegado João Vitor Herédia foi responsável pela coordenação operacional da ação.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade