Facebook Instagram X WhatsApp


| 18:46 | Segurança 2 min de leitura

Bomba de chimarrão pode ter salvo mulher que foi vítima de tenativa de feminicídio

Disparo atingiu o chimarrão da mulher e evitou que ela fosse morta pelo ex-companheiro

Compartilhar:
Disparo atingiu o chimarrão da mulher e evitou que ela fosse morta pelo ex-companheiro
Um dos disparos acertou a bomba do chimarrão. Polícia Civil / Divulgação

Um homem de 34 anos tentou matar a ex-companheira, de 28 anos, na quarta-feira (25), em São Francisco de Assis, na região central do Estado. Ela foi encaminhada para atendimento médico em Santa Maria e está fora de perigo. 

Segundo a Polícia Civil, ele atirou cerca de oito vezes, mas somente um tiro a atingiu, na região das costas. O primeiro disparo ocorreu enquanto a vítima tomava chimarrão, sentada, em frente à residência. A bala atingiu e partiu a bomba usada no mate.

Após, o homem ainda teria atingido ela com coronhadas. O crime aconteceu na casa onde vive a vítima, no bairro João de Deus, e foi presenciado pelos três filhos da mulher.

Durante o ataque, ela conseguiu fugir para pedir socorro. O homem foi encontrado morto horas depois, em uma localidade no interior do município. Segundo a polícia, ele tirou a própria vida. 

Homem não aceitava o fim do relacionamento

A vítima e o homem tinham rompido o relacionamento havia uma semana e, segundo depoimento da vítima, foi a partir disso que ele começou a fazer ameaças contra ela. 

De acordo com o delegado Marcelo Batista, o homem não aceitava o fim do relacionamento e chegou até a residência atirando com uma arma calibre 22:

— Ela estava tomando chimarrão na área de casa quando ele começou a atirar. Ele atirou de seis a oito vezes, alguns tiros acertaram a parede e somente um acertou as costas da vítima. A bomba do mate impediu que ela fosse atingida pela frente — explica o delegado.

O caso é tratado como tentativa de feminicídio. O ex-companheiro não tinha registro de porte de arma e já possuía antecedentes policiais por violência doméstica contra outras duas mulheres.

Fonte: GZH

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade