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| 05:44 | Segurança 2 min de leitura

Policial condenado por estupro e assassinato de sobrinho no RS é preso no Rio de Janeiro

A prisão ocorre depois que a Justiça do Rio Grande do Sul determinou a execução imediata da pena e expediu o mandado de prisão do réu

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A prisão ocorre depois que a Justiça do Rio Grande do Sul determinou a execução imediata da pena e expediu o mandado de prisão do réu
Em outubro, Goulart acompanhou o julgamento por videoconferência, no apartamento onde mora, no Rio. Reprodução / RBS TV

O policial militar Jeverson Olmiro Lopes Goulart, de 60 anos, foi preso nesta terça-feira (23) em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, pela Polícia Militar fluminense. Ele estava foragido há mais de um mês após ser condenado a 46 anos de prisão por estuprar, matar e simular o suicídio do próprio sobrinho de 12 anos, em Porto Alegre.

A prisão ocorre depois que a Justiça do Rio Grande do Sul determinou a execução imediata da pena e expediu o mandado de prisão do réu, que respondeu ao processo em liberdade.

Zero Hora entrou em contato com a defesa de Goulart, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Mãe de Andrei, Cátia Goulart afirma que a prisão de Jeverson representa um marco após quase uma década de batalha por justiça. 

— Estou sob emoção ainda. Desde o momento que eu vi o Andrei morto na cama, eu sabia que não ia ter mais ele, mas eu tinha que honrar o Andrei — disse Cátia, ao comentar a notícia da prisão.

Em outubro, Goulart acompanhou o julgamento por videoconferência, no apartamento onde mora, no bairro de Copacabana, no Rio. Durante os dois dias de júri, um telão no plenário transmitiu a imagem dele em tempo real. Ele negou todas as acusações.

A promotora de Justiça Lúcia Helena Callegari, autora da denúncia, informou que chegou a solicitar que o julgamento não fosse realizado na modalidade virtual e que ao menos o réu estivesse em um fórum. Os pedidos não foram autorizados.

O Tribunal de Justiça do RS informou que atendeu a um pedido da defesa para que Jeverson participasse da sessão por videoconferência sob a alegação de que seu cliente residia em outro Estado e por temer pela segurança dele.

Fonte: GZH

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