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| 07:39 | Geral 2 min de leitura

Caminhoneiros bloqueiam quatro pontos de estradas no RS

BR-101, em Três Cachoeiras, e BR-386, em Soledade, BR-470 e BR 472 em Santa Rosa, em Veranópolis, têm manifestações na manhã desta quinta-feira

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BR-101, em Três Cachoeiras, e BR-386, em Soledade, 

BR-470 e BR 472 em Santa Rosa, em Veranópolis, têm manifestações na manhã desta quinta-feira
Motoristas que não pararam nos bloqueios tiveram o para-brisas do veículo apedrejado, segundo a PRF (Foto: PRF / Divulgaçã)
Em nova onda de protestos, caminhoneiros bloqueiam pelo menos quatro pontos de estradas no Rio Grande do Sul, na manhã desta quinta-feira. Desde a meia-noite, a BR-101, em Três Cachoeiras, a BR-386, em Soledade, a BR-470, em Veranópolis, e na BR 472 em Santa Rosa têm interrupções por manifestantes.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os protestos acontecem no km 22 da BR-101, no km 243 da BR-386 e no km 181 da BR-470, em Santa Rosa é no trevo. Caminhoneiros que tentam passar pelos trechos são abordados por manifestantes, que bloqueiam a passagem. Demais veículos estão liberados. Houve registro de para-brisas quebrados em razão de motoristas que furaram a interrupção — em Soledade, mais de 20 veículos teriam sido atingidos.
A PRF não soube informar quantos caminhões permanecem em cada ponto. Policiais acompanham as manifestações e, pela manhã, devem começar as primeiras negociações para liberação das rodovias. Nas estradas estaduais, segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), não há bloqueios.
Na noite de quarta-feira, pneus foram incendiados às margens de rodovias por manifestantes na BR-101, em Três Cachoeiras, e na BR-285, em Ijuí. A nova paralisação da categoria foi definida na tarde passada, após reunião com o governo federal terminar sem acordo. A principal reivindicação era a criação de uma tabela com o preço mínimo do frete — medida vista como inconstitucional pelo Planalto.
Entre o fim de fevereiro e o início de março, caminhoneiros realizaram interrupções em todo o país e houve desabastecimento de alguns produtos em função das manifestações.

Fonte: Zero Hora

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