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| 15:38 | Geral 3 min de leitura

Variedade Santa Rosa conectou o Brasil através da produção de soja

Cultivar Santa Rosa marcou o início da soja comercial no Brasil, impulsionou avanços tecnológicos e consolidou o país como líder mundial na produção do grão

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Cultivar Santa Rosa marcou o início da soja comercial no Brasil, impulsionou avanços tecnológicos e consolidou o país como líder mundial na produção do grão
Assessoria de Imprensa

Marco histórico na expansão da soja enquanto produto comercial, a variedade Santa Rosa, conectou diferentes regiões do país e o Brasil ao mundo. Lançada em 1966, durante a 1ª Feira Nacional da Soja (Fenasoja), em Santa Rosa (RS), a cultivar é considerada a primeira soja genuinamente brasileira de importância comercial. Desde então importantes avanços científicos e tecnológicos foram registrados e, atualmente, o Brasil lidera a produção mundial de soja, com projeção de produção de 179,2 milhões de toneladas na safra 2025/26, segundo a Conab. 

Inicialmente, o cultivo enfrentou dificuldades de adaptação, principalmente climáticas, sendo que até os anos 1960, havia uma dependência de cultivares importadas dos Estados Unidos. Como resposta a esses desafios, em 1966, ocorre o lançamento da cultivar Santa Rosa, durante a Fenasoja. Com isso, a cultivar e a feira, comemoram, em 2026, 60 anos de história. 

Essa importância será reconhecida durante a feira deste ano, com a inauguração de um monumento em homenagem à cultivar. O ato ocorre no dia 4 de maio, às 17h, no Parque de Exposições de Santa Rosa, município oficialmente reconhecido como Berço Nacional da Soja. 


Desde seu lançamento em 1966, outros avanços genéticos e resultados a campo foram observados. A ciência e a produtividade, com o surgimento de novas cultivares, permitiram um salto de 1000 quilos por hectare, para uma média de 4000 quilos por hectare, fazendo com que a cadeia da soja seja responsável por aproximadamente 6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.  

O caso da família Daltrozo é um exemplo da conexão e dos avanços iniciados com a cultivar e que depois passaram por avanços. Quando nos anos 1970, os irmãos Daltrozo - sendo eles Osvaldo, Wilson, Luiz Carlos e Darci - saíram de Cruz Alta, município gaúcho a 141 quilômetros de Santa Rosa, levando consigo as sementes que permitiram que a família se tornasse uma das pioneiras na produção de soja na região de Primavera do Leste, no Mato Grosso. Hoje, segundo Lucas Daltrozo, neto de Wilson, a família segue o legado de resiliência, que levou a cultivar Santa Rosa à região, e de outras pessoas que abriram fronteiras agrícolas e contribuíram para que o Brasil se tornasse o maior produtor de soja do mundo. Atualmente, seguem cultivando soja em Primavera do Leste, um dos principais municípios produtores do país.

A partir dos anos 1970, o avanço da pesquisa agropecuária no Brasil, com a criação da Embrapa, permitiu o surgimento de variedades de soja adaptadas ao clima de diferentes regiões.  Isso abriu caminho para a expansão da cultura em diferentes regiões, oportunizando que famílias como a Daltrozo, por exemplo, ampliassem os horizontes agrícolas no Cerrado. 

Com o tempo, novas cultivares trouxeram mais produtividade e resistência a doenças. Nos anos 1990, surgiram variedades mais resistentes a doenças, como o cancro-da-haste. Já nos anos 2000, os avanços permitiram que diferentes regiões adotassem a segunda safra, com melhores resultados. 

A partir de 2010, as tecnologias avançaram ainda mais, com plantas resistentes a pragas e doenças. Hoje, as cultivares mais modernas combinam alta produtividade, estabilidade e adaptação a diferentes regiões do país.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Fenasoja 2026

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