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Fenasoja 2026: Emater/RS-Ascar apresenta a importância da classificação e certificação de produtos para o agronegócio

Espaço apresenta grãos, erva-mate certificada e óleos vegetais, evidenciando a importância da classificação para garantir qualidade, transparência e valorização da produção agrícola

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Espaço apresenta grãos, erva-mate certificada e óleos vegetais, evidenciando a importância da classificação para garantir qualidade, transparência e valorização da produção agrícola
Mateus de Oliveira

Os visitantes que passam pelo Espaço Institucional da Emater/RS-Ascar na Fenasoja 2026 encontram, no estande da Gerência de Classificação e Certificação (GCC), uma vitrine diversificada de produtos que mostram o trabalho técnico realizado pela Instituição nessa área. Entre os destaques estão amostras de erva-mate com o selo de certificação de qualidade da Emater/RS-Ascar, óleos vegetais classificados, além de produtos de indústrias da região. O público também pode conferir de perto grãos que movimentam a economia regional, como soja, milho, trigo, canola e carinata.

Mais do que uma exposição, o espaço busca demonstrar como funciona o serviço de Classificação e Certificação e sua relevância estratégica para o agronegócio. O classificador da Unidade de Santa Rosa, Cristiano Stiebe, explica que a atividade consiste na normatização para verificar e garantir a qualidade dos produtos, proporcionando maior transparência e equilíbrio nas relações comerciais entre produtores e compradores. Esse processo estabelece critérios objetivos que dão segurança na hora da negociação, contribuindo para a organização e o desenvolvimento do setor.

No contexto do Rio Grande do Sul, a GCC desempenha papel fundamental ao atuar como um elo dentro da cadeia produtiva, conectando o campo às agroindústrias. Com base em parâmetros normativos, o serviço assegura que os produtos atendam aos padrões exigidos pelo mercado, favorecendo a valorização da produção.

O estande também destaca tendências e novas oportunidades no cenário agrícola regional. A canola, por exemplo, é apresentada como uma cultura em expansão, utilizada na produção de óleo comestível e também de biodiesel, contribuindo para a redução do uso de combustíveis fósseis e fortalecendo iniciativas de caráter socioambiental. Já a carinata surge como alternativa promissora, especialmente voltada à produção de combustível para a aviação civil.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar na Fenasoja, Mateus de Oliveira

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