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| 18:33 | Segurança 2 min de leitura

Empresários são indiciados por armazenar imagens de pedofilia no Vale do Sinos

Investigação apreendeu mais de 100 terabytes de material pornográfico

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Investigação apreendeu mais de 100 terabytes de material pornográfico
Operação foi deflagrada em junho. Polícia Civil/Divulgação

Dois empresários do Vale do Sinos foram indiciados por suspeita de armazenamento de imagens de pedofilia. Um dos homens também foi indiciado por supostamente compartilhar conteúdos deste tipo. 

Os indiciamentos ocorreram na terça-feira (7), mesma data que a Polícia Civil concluiu a investigação e remeteu o inquérito ao Judiciário. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

Os homens haviam sido presos em Ivoti em 26 de junho, em uma operação da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Esteio, com apoio da polícia de Ivoti, que buscava combater uma rede de armazenamento e compartilhamento de material de abuso e exploração sexual infantil no ambiente virtual.

No entanto, no dia seguinte, a Justiça concedeu liberdade provisória aos homens, após a audiência de custódia no Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), em Porto Alegre.

Conforme nota divulgada pela comunicação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), a decisão judicial "considerou a ausência de representação pela prisão por parte do Ministério Público e da autoridade policial, além da falta de requisitos legais para a decretação da prisão preventiva, tendo em vista os custodiados não registrarem antecedentes criminais, além de possuírem endereço e trabalhos fixos".

A operação

O setor de inteligência da Polícia Civil monitorou os suspeitos, de forma ininterrupta, ao longo de três meses. Durante esse período, segundo a polícia, foram encontradas evidências de que os suspeitos utilizavam redes compartilhadas para realizar o download sistemático de arquivos contendo pornografia infantil.

Durante as buscas realizadas na operação, foi localizado material de pornografia infanto-juvenil e apreendidos computadores, notebooks, smartphones e mídias de armazenamento como pendrives e HDs externos. Conforme os investigadores, foram contabilizados mais de 100 terabytes (TB) de conteúdos pornográficos. 

Fonte: GZH

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