Um painel realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em maio deste ano, estimou em 1 milhão o déficit de engenheiros no país, diante de um cenário que reúne cerca de R$ 2 trilhões em investimentos anunciados em infraestrutura até 2035. O debate também destacou que o desafio não é apenas quantitativo: envolve a formação de profissionais alinhados às novas necessidades do mercado.
A demanda por engenheiros, portanto, está relacionada não apenas à quantidade de profissionais formados, mas à capacidade de encontrar pessoas preparadas para resolver problemas cada vez mais complexos.
Para Cristian Paluchowski, egresso de Engenharia Mecânica da FAHOR e CEO da Lineato Engenharia, a formação teve justamente esse papel.
“A FAHOR se destaca pela seriedade e excelência em seu ensino técnico. A combinação entre teoria e prática me permitiu entrar no mercado preparado para resolver desafios reais da engenharia.”
A experiência também é destacada por profissionais que construíram suas carreiras na indústria. Francine Steffenello, gerente de Materiais da John Deere Horizontina e egressa de Engenharia Mecânica, resume a importância da formação em sua trajetória:
“A engenharia mecânica da FAHOR foi muito mais do que uma graduação para mim — foi o ponto de partida para tudo que conquistei na minha carreira.”
O cenário ajuda a dimensionar a importância de formações capazes de acompanhar as transformações do país. Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação e Engenharia Química atuam em diferentes etapas desse processo — do desenvolvimento de máquinas e processos à automação, produtividade, materiais e transformação industrial.
Mais do que formar profissionais para ocupar vagas, a formação em Engenharia prepara pessoas para projetar, transformar e solucionar.
E, diante dos desafios que o Brasil tem pela frente, essa capacidade será cada vez mais estratégica.

























































