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| 05:06 | Segurança 2 min de leitura

DNA encontrado sob unhas de vítima leva à prisão preventiva de suspeito por feminicídio

Homem de 41 anos estava foragido desde junho, quando a Polícia Civil pediu a prisão temporária; exame do IGP apontou compatibilidade genética

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Homem de 41 anos estava foragido desde junho, quando a Polícia Civil pediu a prisão temporária; exame do IGP apontou compatibilidade genética
Crime aconteceu em 12 de junho, na localidade da Capilha. Divulgação / Polícia Civil

A conclusão de um exame de DNA levou à prisão preventiva do principal investigado pelo feminicídio de uma mulher de 25 anos em Rio Grande. O homem, de 41 anos, foi preso pela Polícia Civil na noite desta segunda-feira (14), em via pública, no bairro Miguel de Castro Moreira. A identidade do suspeito não foi divulgada.

O crime aconteceu em 12 de junho, na localidade da Capilha. Na ocasião, a vítima foi encontrada morta com sinais de estrangulamento e ferimentos provocados por arma branca. Um mês depois, em julho, a Polícia Civil informou que o principal suspeito estava foragido e que a Justiça havia decretado a prisão temporária dele.

De acordo com a delegada Alexandra Sosa, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Rio Grande, naquele momento, os investigadores ainda aguardavam os resultados dos exames periciais, entre eles a comparação genética. A polícia também não confirmava publicamente a relação entre o homem e a vítima.

Agora, o Laudo Pericial de DNA, elaborado pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) e concluído nesta segunda-feira (14), apontou compatibilidade entre o perfil genético do investigado e o perfil genético masculino identificado no material coletado sob as unhas da vítima.

Segundo a Polícia Civil, o resultado pericial reforça outros elementos reunidos durante a investigação. Entre eles estão informações sobre a presença e a circulação do investigado nas proximidades da residência da vítima, o vínculo entre os dois e a inserção dele no contexto dos fatos.

Também foram realizadas diligências e reconhecimento fotográfico ao longo da apuração.

Prisão preventiva

A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Rio Grande.

Diferentemente da prisão temporária decretada no início da investigação, a prisão preventiva pode ser mantida durante o andamento do processo, conforme decisão judicial e observados os requisitos previstos na legislação. 

A investigação continua sob responsabilidade da DEAM de Rio Grande.

Fonte: GZH

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