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| 16:31 | Segurança 2 min de leitura

Menina de 12 anos que teve corpo queimado é transferida para hospital de Porto Alegre; mãe é suspeita do crime

Caso aconteceu em Rio Grande, na última quarta-feira. Menina estava internada na Santa Casa antes de ser transferida para Porto Alegre neste sábado (26)

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Caso aconteceu em Rio Grande, na última quarta-feira. Menina estava internada na Santa Casa antes de ser transferida para Porto Alegre neste sábado (26)
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) segue reunindo elementos para esclarecer a dinâmica da ocorrência. Felipe Valduga / Grupo RBS

A menina de 12 anos que sofreu queimaduras após ter o corpo incendiado foi transferida, neste sábado (26), da Santa Casa do Rio Grande para um hospital de Porto Alegre. A informação foi confirmada pela Polícia Civil. A mãe da adolescente é suspeita de ter ateado fogo na filha.

A instituição para a qual a adolescente foi encaminhada não foi divulgada pela polícia. A medida busca preservar a vítima, que é menor de idade, e evitar a exposição de informações que possam permitir sua identificação.

A mãe da menina, uma mulher de 29 anos, está presa preventivamente na Penitenciária Estadual de Rio Grande (Perg). Ela foi presa em flagrante pela Brigada Militar na quarta-feira (23), no bairro Profilurb, onde ocorreu o caso. 

Posteriormente, o Ministério Público pediu a conversão da prisão em preventiva, solicitação que foi aceita pelo Poder Judiciário. A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de homicídio.

Investigação

Segundo o Ministério Público, a mãe é suspeita de molhar a filha com álcool e atear fogo. A menina foi socorrida por um tio e levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de onde foi encaminhada para atendimento hospitalar devido à gravidade das queimaduras.

Durante o atendimento médico, surgiram indícios do envolvimento da mãe nos ferimentos, o que levou à prisão em flagrante ainda na quarta-feira. A polícia também apura se a agressão ocorreu na frente dos três irmãos da vítima, de 7, 8 e 10 anos. O Conselho Tutelar foi acionado e acompanha o caso.

A condição de saúde da menina é um dos fatores que interferem no avanço da investigação. Por estar internada desde quarta-feira, ela ainda não teve condições clínicas de prestar depoimento formal à Polícia Civil.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) segue reunindo elementos para esclarecer a dinâmica da ocorrência.

Fonte: GZH

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