Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 19:17 | Segurança 2 min de leitura

Mulher aciona botão do pânico e morre menos de 1 hora depois em SC

A vítima de 38 anos, tinha medida protetiva contra o ex-companheiro, que foi preso suspeito do crime

Compartilhar:
A vítima de 38 anos, tinha medida protetiva contra o ex-companheiro, que foi preso suspeito do crime
Redes Sociais

Nesta terça-feira (20), uma mulher de 38 anos foi encontrada morta em Ipira, no Oeste de Santa Catarina, após acionar o botão do pânico da Polícia Militar para pedir ajuda. Identificada como Daiana Gisele Müller tinha uma medida protetiva contra o ex-companheiro, também de 38 anos, que foi preso em flagrante. O caso é investigado como feminicídio.

Segundo as informações iniciais da investigação, a morte teria ocorrido menos de uma hora depois que a vítima acionou o dispositivo de emergência, utilizado por mulheres em situação de violência doméstica.

Polícia encontra casa arrombada após pedido de socorro

De acordo com o delegado Vinicius Ferraz, responsável pela investigação, Daiana utilizou o botão do pânico disponibilizado pelo programa Rede Catarina de Proteção à Mulher, da Polícia Militar de Santa Catarina.

Uma viatura foi enviada com urgência à residência da vítima, na localidade de Linha Capelinha. Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram a casa arrombada.

As equipes iniciaram buscas pela região e tentaram contato com familiares. O corpo da mulher foi localizado submerso em um riacho, onde o Corpo de Bombeiros confirmou a morte.

A Polícia Civil aguarda o resultado da perícia para esclarecer as circunstâncias do crime e determinar o horário exato da morte.

O ex-companheiro, apontado como principal suspeito, apresentou-se à Polícia Militar em Presidente Castello Branco, município vizinho, onde foi preso.

Daiana deixa dois filhos. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório.

Santa Catarina registrou 42 feminicídios em 2026

Entre 1º de janeiro e 15 de outubro deste ano, Santa Catarina contabilizou 42 feminicídios, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SC).

O número representa um aumento de aproximadamente 10% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 38 casos.

A advogada Tammy Fortunato, especialista em questões de gênero, explica que as medidas protetivas são importantes para evitar novas agressões, mas não garantem, por si só, a segurança das mulheres.

Ela orienta que qualquer descumprimento de uma medida protetiva seja comunicado imediatamente às autoridades, para que novas providências possam ser adotadas.

O botão do pânico integra a Rede Catarina de Proteção à Mulher e permite que mulheres com medidas protetivas acionem a Polícia Militar em situações de risco.

Fonte: Visor Notícias

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade