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| 06:12 | Segurança 2 min de leitura

MPRS denuncia homem que matou a companheira a facadas em Barra do Guarita

Ministério Público denunciou homem de 29 anos por matar a companheira a facadas em via pública, em Barra do Guarita; crime ocorreu no dia 4 de outubro e foi parcialmente registrado por câmeras de segurança.

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Ministério Público denunciou homem de 29 anos por matar a companheira a facadas em via pública, em Barra do Guarita; crime ocorreu no dia 4 de outubro e foi parcialmente registrado por câmeras de segurança.
MPRS

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) em Tenente Portela denunciou à Justiça nesta terça-feira, 21 de outubro, um homem de 29 anos pelo feminicídio da mulher com quem mantinha um relacionamento afetivo, ocorrido em Barra do Guarita, região noroeste do Estado. No dia 4 de outubro, o homem matou a mulher a facadas em uma rua da cidade. Parte da ação foi registrada por câmeras de segurança.

Na denúncia, a promotora de Justiça Fernanda Carolina de França Barbosa Camara Zaconi afirma que o crime foi praticado no contexto de violência doméstica e familiar e com emprego de meio cruel. “O homem perseguiu a mulher na rua, enquanto ela tentava fugir. Ele a derrubou, sentou sobre o seu corpo e desferiu-lhe diversos golpes de faca”, conta a promotora.

Ainda conforme o Ministério Público, policiais militares flagraram o acusado sobre o corpo da vítima, continuando com as agressões. A denúncia relata que ele desobedeceu às ordens para interromper a ação e somente cessou os ataques após intervenção policial com o uso de dispositivo elétrico incapacitante.

A perícia identificou seis lesões perfurocortantes em diferentes regiões do corpo da vítima. A causa da morte foi apontada como anemia aguda decorrente de traumatismo torácico provocado por arma branca.

O MPRS sustenta que o crime configura feminicídio por ter sido cometido contra mulher no contexto de violência doméstica e familiar. Também aponta a qualificadora do meio cruel, destacando que a vítima foi perseguida em via pública, alcançada após cair durante a tentativa de fuga e submetida a intenso sofrimento físico e psicológico antes da morte.

A promotora também pediu diligências complementares, dentre elas a inclusão no processo do auto de apreensão da arma do crime, do laudo pericial do local e de outros documentos relacionados à investigação.

Fonte: MPRS

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