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| 19:52 | Segurança 2 min de leitura

Polícia prende dupla suspeita de esquartejar mulher na Capital

Após negar pedido, Justiça decretou a prisão de suspeitos na tarde desta sexta-feira (21)

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Após negar pedido, Justiça decretou a prisão de suspeitos na tarde desta sexta-feira (21)
Cíntia Beatriz Lacerda Glufke estava desaparecida desde 7 de agosto (Foto: Reprodução)
A polícia prendeu, na tarde desta sexta-feira (21), os dois homens suspeitos de esquartejar uma mulher em Porto Alegre. Vandré Centeno do Carmo, 25 anos, foi capturado em casa, no Bairro Mario Quintana, logo após a Justiça ter decretado a prisão preventida da dupla. A decisão foi do juiz Felipe Keunecke de Oliveira, que, em reexame, constatou novos elementos que preencheram os requisitos para autorizar a prisão. 
O outro suspeito, que é sogro da vítima, Werner Glufke, 63 anos, foi preso, no começo da noite, quando buscava seu carro que havia ficado no Palácio da Polícia.
Ainda nesta tarde, o Ministério Público (MP), através da promotora do júri Lúcia Helena Callegari, havia entrado com recurso pedindo uma reconsideração da decisão que determinou a soltura dos suspeitos.
Entenda o caso
A titular da 5ª Delegacia de Homicídios, delegada Jeiselaure de Souza, diz que a vítima é Cíntia Beatriz Lacerda Glufke, 34 anos, que estava desaparecida desde o dia 7 de agosto. Ela era natural de Minas Gerais, mas morava em Porto Alegre.
Dois dias depois do desaparecimento, havia um mistério na Serra catarinense ao serem encontrados braços, pernas e mãos de uma pessoa dentro de uma mala em um terreno baldio da cidade de São Joaquim. A polícia de todo o Sul do País foi mobilizada e, na noite de ontem, a delegada descobriu o suspeito do crime, além de identificar que as partes do corpo em SC eram da mesma mulher desaparecida na Capital.
Carmo confessou o crime e indicou o local onde estavam outras partes do corpo, localizadas no Bairro Mario Quintana, na zona norte. Apesar de um suspeito confessar o crime, a Justiça indeferiu o pedido de prisão do homem.
De acordo com a polícia, o autor e a vítima eram apenas amigos e o crime teria sido motivado por brigas entre os dois, além do relato de bullying sofrido por ele. Eles foram colegas de trabalho e haviam feito cursos juntos. O delegado Paulo Grillo, diretor do departamento de Homicídios, não descarta uma motivação financeira para a morte.

Fonte: Rádio Gaúcha

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