Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 06:19 | Segurança 3 min de leitura

Advogado investigado por golpe milionário no RS segue foragido

Pessoas que se sentirem lesadas podem procurar a Delegacia da PF em Passo Fundo

Compartilhar:
Pessoas que se sentirem lesadas podem 

procurar a Delegacia da PF em Passo Fundo
Foto: Divulgação PF
O advogado de Passo Fundo acusado de aplicar um golpe milionário em clientes segue foragido nos Estados Unidos neste sábado (22). Procurado pela Interpol e suspeito de montar um esquema que pode ter lesado mais de 30 mil clientes em R$ 100 milhões, o advogado Maurício Dal Agnol teve o registro profissional suspenso na sexta-feira (21) pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Ao cumprir mandados de busca da Operação Carmelina na cidade do Norte do Rio Grande do Sul na sexta, a Polícia Federal encontrou um total de R$ 1,5 milhão em um dos endereços do homem. Além da quantia, animais selvagens empalhados e munição foram achados em um fundo falso de uma parede. A PF apreendeu também um avião avaliado em cerca de US$ 8,5 milhões e bloqueou dinheiro em contas bancárias e imóveis. O mandado de prisão preventiva foi concedido, mas ele não foi encontrado porque está nos Estados Unidos, segundo a polícia.
Grupo não repassava valor de ações a clientes
A Operação Carmelina foi desencadeada na manhã desta sexta-feira em Passo Fundox, no Norte, e em Bento Gonçalvesx, na Serra, a partir de uma investigação que comprovou o desvio de pelo menos R$ 1,6 milhão de 27 pessoas. Os valores da fraude, de acordo com a PF, podem ultrapassar os R$ 100 milhões, e o número de pessoas lesadas pode ser de até 30 mil.
Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em escritórios de advocacia e de contabilidade e em uma residência. A investigação aponta que o grupo captava clientes e entrava com processos contra empresas de telefonia para reivindicar valores referentes à propriedade de linhas telefônicas fixas. As ações eram julgadas procedentes, mas o valor recebido não era repassado aos clientes ou era pago em quantia muito menor da que havia sido estipulada na ação.
Para um dos responsáveis pela investigação, o advogado acumulou de uma das maiores fortunas do Rio Grande do Sul a partir do golpe. “O que mais nos chamou atenção é que muitas vítimas eram pessoas humildes. pessoas idosas que precisavam desse dinheiro até para sua manutenção. E o patrimônio desse sujeito é extremamente elevado. Hoje ele é dono de uma das grandes fortunas do estado”, detalhou delegado Mauro Vinicius Soares de Moraes.
A operação foi batizada de Carmelina porque este era o nome de uma mulher que teve cerca de R$ 100 mil desviados no golpe. Segundo a PF, ela morreu de câncer, e poderia ter custeado um tratamento se tivesse recebido o valor da maneira adequada.

Fonte: G1

Mais notícias sobre SEGURANÇA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade