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| 17:48 | Saúde | Três de Maio 2 min de leitura

Munícipes reclamam falta de tira para teste de diabetes na sec. da Saúde, em Três de Maio

Segundo reclamantes o material estaria em falta a mais de 5 meses

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Segundo 

reclamantes o material estaria em falta a mais de 5 meses
Foto: Paulo Marques Notícias
Portadores de diabetes estão reclamando pela falta da ira que é usada na medição para o controle da doença, na secretaria da Saúde de Três de Maio. Os denunciantes dizem, que o material que normalmente era disponibilizado pela municipalidade não está mais disponível a quase meio ano.
Na falta da tira na secretaria da Saúde, é preciso que se adquira a mesma nas farmácias.
Glicemia (glicose no sangue) capilar: é verificada por meio de uma gota de sangue obtida por punção capilar (ponta de dedo), aplicada em uma tira reagente com o uso de um monitor (equipamento que realiza leitura da glicemia capilar) ou pela leitura visual semiquantitativa. Para a leitura visual, aplica-se o sangue a uma fita com reagente especial e aguarda-se algum tempo, especificado pelo fabricante. Para alguns produtos, o sangue é retirado da fita (utilizando algodão ou tecidos específicos). O pedaço da fita muda de cor e pode então ser comparado ao padrão na embalagem da fita ou ser inserido em um medidor que dá uma leitura digital do valor da glicemia. Com o monitor, também se aplica o sangue a uma fita, porém a leitura será feita pelo próprio aparelho. Alguns monitores existentes no mercado também permitem a verificação visual, em outros a gota de sangue é colocada na fita e inserida no monitor, em outros casos deve-se colocar a fita no aparelho e depois colocar a gota na fita para que o monitor proceda à leitura.
A monitorização da glicemia capilar e considerada hoje um fator primordial para o bom controle glicêmico.
Hoje já é possível se realizar a punção em outras áreas do corpo como antebraço, braço, palma da mão, coxa e panturrilha. São chamados de LAT (locais alternativos de teste), porém, para fazer uso desse método, deve-se primeiro conversar com a equipe médica.

Fonte: Paulo Marques Notícias

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