Facebook Instagram X WhatsApp


| 04:55 | Política 2 min de leitura

STF anula comissão e dá poder ao Senado para barrar impeachment

Ministros decidiram que Senado pode arquivar processo contra Dilma

Compartilhar:
Ministros decidiram que Senado pode arquivar processo contra Dilma
Foto: José Cruz/Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) avalizou nesta quinta-feira (17) as principais teses defendidas pelo governo no rito do processo de impeachment no Congresso. Por maioria, os ministros decidiram que a maneira como foi formada a comissão especial na Câmara (com candidaturas avulsas) é inconstitucional.
Com isso, a tendência é de que tenha de ser realizada uma nova eleição, com deputados indicados pelos partidos, para dar sequência à ação. As informações são do jornal Zero Hora.
“O voto deve ser aberto, transparente e a comissão especial deve ser escolhida pelas partidos, tampouco permitindo candidaturas avulsas”, disse Rosa Weber (veja abaixo como votaram os ministros).
A questão do voto aberto foi definida pelo presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, que desempatou a votação defendendo a transparência na escolha da comissão. Na prática, porém, a questão perdeu utilidade com a decisão do plenário de afastar candidaturas avulsas para o colegiado que analisará o impeachment.
Outro ponto importante para o Planalto e que teve a concordância da maioria da Corte diz respeito ao afastamento da presidente caso o processo avance na Câmara. O PC do B, responsável pela ação discutida no Supremo, afirma que o Senado não é obrigado a afastar a presidente se ela for derrotada na Câmara por dois terços dos deputados. A tese foi acolhida pelo plenário.
Outro ponto que teve a concordância dos ministros é sobre a necessidade de maioria simples para arquivar o impeachment ou para afastar a presidente por 180 dias, após a chegada do processo da Câmara, e de dois terços do Senado para cassá-la.
“Não haveria sentido na Câmara decidir sozinha pelo afastamento da presidente. Derrubadas de veto do presidente, por exemplo, exigem as duas Casas Legislativas”, afirmou o ministro Luís Roberto Barroso.
Os outros dois pontos que foram rejeitados pela Corte são o suposto impedimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de conduzir o processo por ser rival declarado do governo e a necessidade de a presidente Dilma ser ouvida antes da abertura da ação.

Fonte: Paulo Marques Notícias

Mais notícias sobre POLÍTICA
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade