Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 06:16 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura

MPF e MPSC estudam medidas judiciais contra Reunidas e ANTT

Após receberem várias reclamações de usuários, foi instaurado inquérito

Compartilhar:
Após receberem várias reclamações de usuários, foi instaurado inquérito
Acidentes graves envolvendo a empresa também motivaram inquérito (Foto: Batalhão de Operações Aéreas/Divulgação)
O Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) devem entrar com ação civil pública contra a Reunidas S/A de Transportes Coletivos e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O objetivo é fazer com que a empresa se adeque à legislação estadual no que diz respeito ao serviço de transporte coletivo e a Agência faça a devida fiscalização, informou o MPSC.
O G1 entrou em contato com a empresa, mas não obteve resposta até a publicação desta notícia. A ANTT informou que só se posiciona depois de tomar ciência oficialmente do assunto.
O procurador da República Carlos Augusto de Amorim Dutra e o promotor de Justiça Eduardo Paladino estiveram reunidos na segunda-feira (7) para tratar do assunto. Esta é a terceira reunião deles sobre a empresa, informou Paladino.
Inquérito
As investigações começaram em 2013 após o MPF e MPSC receberam várias reclamações de passageiros sobre as más condições dos veículos. "Ônibus que quebram com frequência, ônibus sujos, sem cinto de segurança", exemplificou o promotor. Diante disso, as duas instituições abriram um inquérito civil público cada uma para investigar.
No final de 2015, MPF e MPSC propuseram à empresa e à ANTT um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre "condições dos ônibus, para todos terem vistoria em dia, segurança e higiene, para atentar para a carga horária dos motoristas e equipar os veículos com cintos de segurança", explicou o promotor.
Segundo as duas instituições, a empresa e ANTT não aceitaram e não assinaram o termo sob a alegação de que já cumprem a maior parte das obrigações.
Diante dessa negativa, MPF e MPSC passaram "a discutir uma nova estratégia de atuação que, muito possivelmente, vai terminar em ação civil pública", disse o promotor. Ela não está finalizada ainda. Antes, o procurador e promotor vão checar se houve melhora no serviço antes do encaminhamento ao judiciário.
Os consumidores que viajam de ônibus podem recorrer ao Ministério Público para qualquer reclamação a respeito dos serviços prestados, não só pela empresa Reunidas, mas para todas as demais empresas do ramo que atuam em Santa Catarina, destacou o procurador da República Carlos Augusto Dutra.

Fonte: G1

Mais notícias sobre PRAIA NOTÍCIAS
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade