Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 06:59 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura

Suspeito de assassinatos em série em Caçador confessa segundo homicídio

Cão farejador de Curitibanos auxiliou nas buscas

Compartilhar:
Cão farejador de Curitibanos auxiliou nas buscas
Foto: Polícia Civil / Divulgação
As suspeitas de que mais vítimas de um suposto serial killer ainda poderiam ser encontradas em Caçador tiveram confirmação na manhã desta quinta-feira: o corpo de Clarisse Justino de Andrade, 23 anos, foi localizado em uma área de vegetação afastada do Centro da cidade, no Meio-Oeste do Estado. Segundo o delegado responsável pelo caso, Eduardo de Mattos, a vítima havia sido deixada a cerca de três quilômetros de distância de onde a polícia encontrou o corpo de Lucas Pereira no último sábado.
O corpo da jovem também tinha mutilações e estava cortado ao meio. A suspeita é de que a morte tenha sido provocada por sufocamento e que o cadáver tenha sido esquartejado no local onde foi enterrado — mesmas circunstâncias que envolvem o assassinato de Lucas. Quem indicou a localização do corpo de Clarisse foi Fábio da Silva, 22 anos, preso desde o último dia 29 sob a suspeita de ter matado Lucas. 
Conforme o delegado Eduardo de Mattos, que agora apura os dois crimes, Fábio assumiu a autoria dos homicídios. 
— O interrogamos novamente e ele acabou confessando o homicídio do Lucas e o assassinato da Clarisse. Já tínhamos suspeitas por conta do desaparecimento dela. Confrontamos informações e ele confessou — diz Mattos.
Fábio chegou a ir com a polícia na noite de quarta-feira até o local onde disse ter enterrado a jovem, mas estava escuro e o cadáver não foi encontrado. Ao voltarem ao local nesta quinta, a cova foi localizada com a ajuda de um cão farejador dos bombeiros de Curitibanos. 
A investigação trabalha com a hipótese de que Clarisse tenha sido morta pelo menos um dia antes de Lucas. Familiares da jovem, que trabalhava como garota de programa, já haviam alertado a polícia sobre o desaparecimento dela. Fábio disse aos investigadores que gravou o crime com o celular e que o vídeo estaria no computador dele. 
O equipamento foi apreendido e será periciado. Como o suspeito está detido por força de uma prisão temporária de um mês, a polícia agora trabalha para converter a prisão em preventiva. Conforme o delegado, permanecem as suspeitas de que mais assassinatos tenham ocorrido nos últimos dias. A tese da investigação é de que Fábio possa ser um serial killer.

Fonte: Diário Catarinense

Mais notícias sobre PRAIA NOTÍCIAS
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade