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| 11:41 | Trânsito 2 min de leitura

Começa obra de reconstrução da ponte em Jaguari

Estrutura rompeu em maio de 2015. Expectativa é que seja entregue até o fim do ano

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Estrutura rompeu em maio de 2015. Expectativa é que seja entregue até o fim do ano
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS
A empresa EcoPontes, de São Paulo, começou nesta segunda-feira a obra de reconstrução da ponte que caiu em maio de 2015 em Jaguari. O peso de um caminhão bitrem e de uma caminhonete que passavam pela travessia rompeu a estrutura.
Conforme o engenheiro civil Caio Nastari, o processo de restauração começa com a instalação de andaimes e retirada da travessia provisória que foi instalada no trecho e que permite a passagem de pedestres, ciclistas e motociclistas. Ela será reinstalada ao lado, o que ainda permitirá a passagem da população, mas será retirada totalmente nos próximos meses, quando o vão metálico for colocado.
Esse vão (estrutura da ponte propriamente dita) será produzido em São Paulo e deve ficar pronto dentro de 40 dias. Depois, será transportado para o município de Jaguari.
Nastari veio de São Paulo com outro engenheiro, Anderson Alves, e se instalou com maquinário da empresa em Jaguari na última semana. Eles utilizam o prédio da antiga Agência Jaguari de Turismo como escritório e estão contratando técnicos, principalmente, em soldagem e operadores de máquinas, além de pedreiros.
Por contrato, a EcoPontes é responsável pela execução do projeto, feito por outra empresa, mão de obra e material. O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) vai repassar R$ 3,2 milhões à empresa pela obra, que deve ficar pronta dentro de seis meses. A prefeitura é responsável pela fiscalização.
A expectativa da empresa é que a ponte seja entregue pronta à comunidade antes do Natal deste ano.
 A ponte caiu em 31 de maio de 2015. O prejuízo causado pela falta da travessia, estimado pelo período de um ano no município, é de R$ 15 milhões no setor privado e de R$ 1 milhão no público.
 Empresas comerciais do bairro Rivera chegaram a ter de transferir os negócios para o centro devido ao prejuízo, já que não há travessia de veículos entre o centro e os bairros. Enquanto a ponte não fica pronta, foi construída ao lado a passarela, que permite a passagem de pedestres e de motociclistas e ciclistas, desde que carregando os veículos ao lado.

Fonte: Zero Hora

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