Facebook Instagram X WhatsApp
Publicidade


| 07:39 | Praia Notícias | Segurança 2 min de leitura

Vigilante acusado de matar cliente em cooperativa de SC vai a júri popular

Vara Criminal também decidiu pela revogação da prisão preventiva do réu

Compartilhar:
Vara Criminal também decidiu pela revogação da prisão preventiva do réu
Cliente morreu na hora (Foto: Heverton Ferri/RBS TV)
A 1ª Vara Criminal de Joinville, no Norte catarinense, decidiu que o vigilante de 31 anos acusado de matar um cliente em uma cooperativa na cidade em junho vai a júri popular. A Justiça também decidiu revogar a prisão preventiva dele e o réu vai aguardar o julgamento em liberdade. A decisão é de segunda-feira (17).
Em 27 de junho deste ano, o vigilante matou a tiros Edson Luis Gadotti, de 35 anos. A vítima tinha ido à agência para trocar o cheque de rescisão de trabalho poucos minutos após o fechamento e, após uma breve discussão com o guarda, levou três tiros.
Ainda não foi marcada a data do júri popular. No início de julho, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ofereceu denúncia contra o vigilante por homicídio doloso, quando há intenção de matar. Para o MPSC, ele agiu por motivo fútil e sem possibilitar a defesa da vítima.
Após a decisão da Justiça, o Ministério Público entrou com recurso contra a revogação da prisão preventiva do vigilante. Isso será analisado posteriormente pela 1ª Vara Criminal.
O crime
Conforme o delegado responsável pelo caso, Fabiano Silveira, o cliente havia sido demitido naquele dia de uma autoescola onde trabalhava como instrutor.  “O rapaz chegou ao banco dois ou três minutos após o fechamento e insistiu para entrar. As imagens das câmeras de segurança mostram que o vigilante e ele discutiram por menos de cinco minutos. O guarda perdeu a cabeça e atirou”, disse o delegado.
A empresa de vigilância afirmou que o empregado era experiente, tinha curso de formação e reciclagem profissional em dia. Ao ser ouvido pela polícia, no dia da ocorrência, o vigilante preferiu se manter em silêncio, de acordo com o delegado. À Polícia Militar, ele declarou que pensou se tratar de um assalto e que por isso atirou contra o cliente.
Denúncia
O promotor da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joinville Ricardo Paladino entendeu que a motivação do crime foi fútil, pois “o denunciado matou a vítima pelo simples fato de que ela insistiu em entrar, após o horário, no setor de atendimento pessoal da agência para descontar um cheque".

Fonte: G1

Vara Criminal também decidiu pela revogação da prisão preventiva do réu
Foto: Reprodução/RBS TV)
Mais notícias sobre PRAIA NOTÍCIAS
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade
Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade Banner publicidade