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| 05:40 | Geral 2 min de leitura

Manifestantes fazem ato contra a corrupção em Porto Alegre

Protesto teve críticas ao Congresso, pediu a saída do presidente do Senado, Renan Calheiros e defendeu pacote anticorrupção

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Protesto teve críticas ao Congresso, pediu a saída do presidente do Senado, Renan Calheiros e defendeu pacote anticorrupção
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Convocado pelas redes sociais, um novo protesto contra a corrupção foi realizado, neste domingo, em Porto Alegre. Milhares de pessoas fecharam a Avenida Goethe, no entorno do Parcão, para pedir a renúncia do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), endossar as críticas ao Congresso e defender o pacote anticorrupção, apesar das mudanças feitas às pressas na Câmara, como a punição a magistrados e procuradores. 
O ato foi iniciado por volta das 15h e encerrado duas horas depois. No início, parecia que a adesão seria fraca. Porém, o número de pessoas foi aumentando aos poucos. A Brigada Militar não divulgou uma estimativa de público, informação que também não foi revelada pela organização.
Integrantes de movimento como a Banda Loka Liberal, Vem Pra Rua e Movimento Brasil Livre se reuniram em volta do caminhão de som para dar o tom da manifestação. No microfone, cantavam e tocavam músicas criadas por eles mesmos com cunho político, direcionadas, especialmente, ao PT, aos "esquerdistas" e ao presidente do Senado com um "Fora, Renan".
— É muito triste perceber que pouca coisa mudou até agora. Viemos para rua para protestar contra corruptos que continuam no governo — afirma o médico Jean Franco Marin.
— As manifestações populares são a voz do povo. Hoje a gente sabe que surtem efeito — acrescenta Gisele Louvatel, professora. 
Em meio à multidão, um grupo de pessoas conversava próximo a um restaurante, na esquina com a Rua Mostardeiro. Todas elas vestiam camisetas com as inscrições: "ECO, eleitores conscientes".
— Somos um grupo de 110 pessoas. Eleitores conscientes porque sabemos analisar a situação política do país e tomar posição — justifica Gilberto Cadeda, empresário, um dos integrantes.

Fonte: Zero Hora

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