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| 20:21 | Praia Notícias | Geral 2 min de leitura

Vice-jurídico diz que Chape iniciou depósitos de indenizações das famílias

Luiz Antônio Palaoro afirma que valores das rescisões contratuais de jogadores e funcionários mortos no acidente serão os primeiros a serem pagos aos familiares

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Luiz Antônio Palaoro 

afirma que valores das rescisões contratuais de jogadores e funcionários mortos no acidente serão os primeiros a serem pagos aos familiares
Familiares das vítimas na Missa de Sétimo Dia (Foto: Richard Souza )
Os familiares dos 19 jogadores da Chapecoense mortos no trágico acidente aéreo na Colômbia começarão a receber em breve a primeira parte das indenizações. Quem informa é o vice-jurídico do clube, Luiz Antônio Palaoro. Segundo ele, nesta etapa inicial serão pagos os valores que correspondem às rescisões de contrato dos atletas.
- Nós já estamos fazendo as indenizações das famílias. Aos poucos, estamos depositando as rescisões em juízo. Está tudo sendo encaminhado. Contempla jogadores, comissão técnica e funcionários contratados. Os valores variam de acordo com o salário de cada um - afirmou Palaoro.  
Além das rescisões contratuais, as famílias vão receber duas indenizações que somam o valor de 26 vezes o salário que cada um recebia do clube. Esse montante engloba o seguro de vida contratado pela Chape para todos os seus atletas, além do seguro feito pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no valor de doze vezes o valor do salário registrado na carteira de trabalho, com um teto de R$ 1,2 milhão por segurado. Os atletas da Chapecoense recebiam entre R$ 20 mil e R$ 100 mil. 
- Estamos apenas no terceiro dia, começamos todo o processo na segunda-feira. Primeiro, estávamos procedendo para pagar as despesas com o funeral. Agora, estamos encaminhando os seguros para as famílias. Sobre outras indenizações, ainda não temos uma definição. 
O departamento jurídico da Chapecoense ainda apura informações sobre o seguro de responsabilidade da LaMia Aviation Business, empresa responsável pela aeronave que se acidentou perto de Medellín, na Colômbia. Ainda não sabe se a companhia cumpriu com o que fora acordado.  
- Pelo contrato, a companhia aérea tinha que fazer um seguro de até 50 milhões de dólares (cerca de R$ 170 milhões na cotação atual), mas não sabemos se eles pagaram esse seguro - afirmou o vice-jurídico.  
Além das vítimas fatais da tragédia, os jogadores que sobreviveram também terão direito ao seguro em caso de invalidez. A indenização é menor do que em caso de morte, mas pode ser uma ajuda financeira importante. 

Fonte: G1

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