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| 20:13 | Geral 2 min de leitura

Reforma Previdenciária precisa ser flexibilizada

Federação propôs que a discussão sobre os trabalhadores rurais seja realizada de forma separada

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Federação propôs que a 

discussão sobre os trabalhadores rurais seja realizada de forma separada
Diante das recentes denúncias de corrupção envolvendo políticos e ministros do governo, estão elencados nos inquéritos das denúncias nove ministros, um terço do Senado e da Câmara, quase todos os partidos e o próprio relator da reforma da Previdência, a Fetag-RS está reiterando a retirada dos rurais da proposta de emenda à Constituição (PEC) 287/16. 
O governo e parte do Congresso Nacional não têm moral para fazer uma reforma tão profunda. Para realizar mudanças tão importantes, o governo precisa estar acima de qualquer suspeita. É possível observar que não foram atendidas as demandas da sociedade civil. 
A federação propôs que a discussão da reforma previdenciária, no que compreende os trabalhadores rurais, seja realizada de forma separada. É uma classe diferenciada, permanecendo a idade atual e a forma de contribuição, assim como os militares não foram incluídos na referida proposta de emenda.
A reforma da Previdência Social já encontra rejeição, porque reduz tanto a proteção social que quase acaba com o sistema previdenciário e está muito longe da realidade dos brasileiros. Além de o governo não dialogar com a sociedade. 
A Comissão Especial ouviu diversas entidades e especialistas, mas não levou nada em consideração.Em vez disso, o deputado Arthur Maia (PPS-BA), relator da PEC, que deveria discutir as alterações na proposta original com a sociedade e com os demais deputados, obedece ao governo e só altera o que este autorizar. Isso mostra que o governo quer mandar no Legislativo, não deixando que os deputados ouçam a sociedade e, a partir disso, façam a reforma.
A Fetag-RS está com intensa mobilização junto à classe política para que os rurais tenham um tratamento diferenciado na reforma previdenciária e que sejam retirados da proposta de emenda à Constituição 287/16.

Fonte: Zero Hora

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